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Escolha criteriosa das sementes e tratamento profissional prometem salto produtivo

Valorize ao máximo a qualidade dos insumos para sua lavoura de soja expressar o máximo potencial genético

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14 agosto 2019

Com cerca de 6 milímetros de diâmetro e pesando menos de 0,2 gramas, as sementes de soja representam um investimento essencial para o agronegócio brasileiro. Pequeninos em tamanho, mas gigantes em pesquisa e desenvolvimento, esses insumos carregam tecnologia de ponta embarcada para gerar plantas fortes e produtivas. “Se você quer ser competitivo e precisa produzir bastante, deve investir em sementes de qualidade e biotecnologia, com materiais altamente produtivos”, afirma Mario Lussari, Líder de SeedGrowth da Bayer. “Comece bem e comece forte. O produtor tem que pensar na semente como se ela fosse uma pepita de ouro. Ela carrega um material genético e biotecnologia de resistência a pragas que nos proporciona altos níveis de produtividade. Depois que ela estiver no solo, o produtor deve pensar em como protege-la para manter esse potencial.”

A escolha de boas sementes e os cuidados iniciais para manipular e tratar esse insumo definem o destino da lavoura. Por isso, o produtor deve ficar atento e planejar o plantio da safra adequadamente. “Qual é a diferença entre o produtor que está produzindo 50 sacas e aquele que produz 120 sacas de soja por hectare? A alta produtividade é de quem toma todos os cuidados na hora de plantar até quando vai colher. Todos os momentos da lavoura são decisivos para a produção”, opina Lussari.

 

Busque uma sementeira confiável

Escolher o fornecedor de sementes de forma criteriosa é um passo essencial para garantir o sucesso da safra. A orientação é buscar empresas idôneas e confiáveis, adquirindo somente sementes de alta qualidade, com taxa de germinação superior a 90%, e certificadas pelo Ministério da Agricultura. “O produtor não deveria comprar uma semente com menos de 85% de taxa de germinação. Não vale a pena buscar economizar num momento da lavoura em que ele não pode errar”, diz Lussari. Além disso, durante a fase de compra das sementes, o produtor pode se deparar com ofertas de sementes piratas, que representam um grande perigo para o negócio agrícola. É recomendável fugir dessas propostas e denunciar os casos de pirataria aos órgãos fiscalizadores. Leia mais sobre o assunto aqui: sementes piratas ameaçam a produtividade e sanidade das lavouras.

De acordo com Mario Lussari, as sementes de soja são multiplicadas com grande facilidade. Muitos agricultores produzem a própria semente e o mercado atualmente está muito pulverizado. Por isso, é fundamental que o agricultor busque parceiros de credibilidade. “Existem mais de 300 multiplicadores espalhados pelo Brasil. Com essa grande quantidade de fornecedores de sementes, vemos algumas empresas que acabam ofertando sementes que não têm a qualidade desejada, mas por um preço menor”, alerta Lussari.

Nesse caso, a orientação é ficar atento ao histórico do fornecedor e focar nas características de vigor e germinação atestadas pela sementeira. “É importante que o produtor procure ler o laudo das sementes do parceiro onde comprou para evitar riscos. Quando o produtor recebe um laudo técnico em que possa confiar, ele não precisa fazer a contraprova testando as sementes”, explica Lussari.

Ao adquirir os insumos de uma sementeira confiável, o resultado é muito positivo para o produtor porque ele consegue semear a quantidade ideal de sementes, de acordo com o vigor e taxa de germinação atestados no laudo técnico. Como consequência, a densidade de plantio correta vai estabelecer uma lavoura com população de plantas adequada para atingir o máximo potencial produtivo.

Outro detalhe crucial é que, recebidas as sementes na fazenda, elas devem ser armazenadas e manuseadas de forma adequada, para preservar sua qualidade. O ideal é armazená-las em um ambiente climatizado e de preferência em pallets. “Os multiplicadores de sementes e grandes grupos produtores geralmente têm uma estrutura desse porte. Já os pequenos produtores enfrentam uma dificuldade maior e geralmente deixam as sementes em barracões sem climatização adequada”, diz Lussari. Independentemente do local de armazenagem, as sacas de sementes não devem ficar em contato com o piso, para evitar a absorção de umidade do solo e o produtor deve ficar atento durante a movimentação das sacas nos estoques. “Com esses cuidados, a semente estará blindada para expressar o máximo potencial produtivo”, diz Lussari.

 

Tratamento de Sementes On Farm

O insumo pode ser blindado ainda mais com o investimento em tratamento de sementes. Por meio da adição de produtos químicos, a tecnologia confere maior proteção às sementes, preservando assim seu vigor e poder de germinação. “O tratamento tem por objetivo assegurar a qualidade fitossanitária da semente. Ele atua contra o ataque inicial de pragas e doenças, protegendo as plântulas durante o processo de germinação. A consequência é que a planta terá um melhor arranque inicial”, explica Márcio Oliveira, diretor operacional do Grupo OTM.

O tratamento pode ser feito na fazenda. Porém, um problema sério é que muitos produtores ainda realizam o procedimento de forma inadequada, utilizando betoneiras para aplicar os produtos na semente, por exemplo. Essa atitude amadora gera riscos para a saúde de quem aplica o produto e para as sementes, que podem sofrer danos. Além disso, não existe aí nenhuma garantia de qualidade no tratamento e aplicação da dose correta dos produtos. Sem uma cobertura homogênea e uniforme dos produtos na semente, o resultado não será satisfatório.

Para evitar esse tipo de erro, o ideal é contratar um serviço profissional de Tratamento de Sementes On Farm, com o auxílio de técnicos e equipamentos qualificados. “O TS On Farm profissional leva até o produtor um serviço completo, com equipamentos de alta tecnologia e mão de obra técnica especializada que acaba agregando valor ao produto”, diz Oliveira. O serviço TS On Farm pode ser resgatado por pontos na Rede AgroServices, veja a oferta aqui. “A capacitação influencia muito no resultado. Além disso, amostras de sementes são recolhidas dos lotes e passam por análises laboratoriais técnicas pra atestar a qualidade do tratamento.”

Outra vantagem dos prestadores de serviço é poder atuar com mobilidade facilitada, considerando as necessidades do produtor. “Tratamos as sementes no momento ideal, de acordo com as condições climáticas e a estrutura que o produtor tem na fazenda. Isso tudo com o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual e aplicação adequada dos produtos”, afirma Oliveira. Para ser atendido, basta que o produtor agende o serviço e ofereça uma estrutura física esteja apta para a realização do trabalho. É requisito que o local tenha fonte de energia elétrica para os equipamentos e fornecimento de água potável e, de preferência, seja uma área coberta e com piso plano de cimento.

Segundo o diretor operacional do Grupo OTM, os equipamentos profissionais são capazes de tratar, em média, 10 toneladas de sementes por hora, respeitando as recomendações técnicas de uso dos produtos químicos que serão adicionados às sementes. “Além disso, a OTM isola a área com os equipamentos de proteção coletiva. O tratamento é seguro, com equipamentos profissionais que atendem todas as normas de segurança e de qualidade, minimizando a contaminação do ambiente durante o tratamento”, explica Oliveira.

 

Tratamento industrial

Para os produtores que desejam investir na alternativa mais moderna, o tratamento industrial de sementes (TSI) se mostra a melhor opção. Nessa modalidade, as sementes são tratadas com equipamentos industriais robustos, que promovem um elevado padrão de qualidade na aplicação dos produtos químicos. Como nesse caso os insumos já vêm tratados de fábrica, o tratamento industrial promove o conceito de total comodidade no manuseio das sacas de sementes, com a ideia “abra e plante”, segundo Lussari. “O produtor simplesmente coloca as sementes na semeadora e já faz o plantio. Uma vez que o produtor tem a semente já tratada industrialmente, obviamente haverá uma menor exposição do produto em manuseio com produtos químicos”, diz Lussari. “O tratamento industrial vai proteger essa semente de todos os ataques na fase inicial, desde os fungos de solo que atacam as sementes em ambientes mais úmidos e também as pragas que atacam naquele momento inicial, como os nematoides”, explica Lussari.

Também vale a pena frisar que, quanto menor for o período entre o recebimento das sementes na fazenda e o plantio, melhor será a condição do insumo. De preferência, esse intervalo deve ser inferior a 60 dias, mas o prazo pode ser estendido sem prejuízos para a qualidade da semente. “Dentro de até 90 dias o produtor pode tratar as sementes, fazer qualquer análise, esperar a chuva e plantar. O ideal é fazer o tratamento o mais próximo possível do dia do plantio e quanto antes plantar, melhor”, diz Lussari.

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