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Milho no limpo, sem matocompetição de plantas daninhas.

Descubra como garantir a lavoura limpa do início ao fim e manejar a resistência de plantas daninhas com uma única aplicação de Soberan

Data

18 fevereiro 2019

Localização

São Paulo - SP

Já imaginou uma lavoura de milho com plantas daninhas bem controladas? E se esse resultado for conquistado com uma única aplicação química? Essa comodidade é totalmente possível com o investimento em Soberan, herbicida da Bayer que age de modo seletivo e sistêmico com muita eficiência. A tecnologia apresenta amplo espectro, sendo capaz de controlar um amplo complexo de plantas daninhas de folhas estreitas. “Soberan é o produto mais completo, com uma única aplicação gera o resultado esperado na cultura e entrega uma lavoura muito mais limpa do que qualquer outro herbicida competidor”, afirma Danilo Belia Kashiwakura, Gerente de Marketing Estratégico para Milho da Bayer.

Seletividade total

Líder do mercado de herbicidas premium, Soberan é uma tecnologia consagrada com mais de 10 anos no Brasil e que até hoje permanece no posto de herbicida mais eficaz para as plantações de milho. E o melhor de tudo, Soberan elimina as plantas daninhas sem causar qualquer injúria ao milho, preservando com sucesso o potencial produtivo da lavoura. “O Soberan revolucionou o mercado de milho no Brasil porque ele realmente trouxe uma seletividade superior”, afirma Carlos D’Arce, Gerente de Portfólio de Herbicidas e Reguladores de Crescimento da Bayer.

Elimine as ervas daninhas resistentes

A Bayer oferece soluções completas para o controle das plantas daninhas. Para investir em rotação de ativos e reforçar o controle das plantas daninhas, o produtor pode confiar em Soberan, uma tecnologia premium que garante excelente performance no campo. Com o uso de Soberan, mesmo nas áreas de milho RR, o produtor se sente seguro para deixar o milho no limpo.

O produtor deve ficar atento para evitar a reprodução das plantas daninhas e controlar especialmente os indivíduos resistentes. Segundo o gerente da Bayer, o problema é que as ervas daninhas produzem sementes que são facilmente transportadas pelo vento, água e por animais e a população dessas plantas pode aumentar rapidamente. Por isso, é necessário realizar o controle na hora certa. “O produtor precisa lançar mão de um bom tratamento com herbicida para que não haja matocompetição inicial e o milho possa conseguir o vigor máximo”, diz D’Arce.

É recomendável que o produtor aplique Soberan durante o desenvolvimento inicial do milho, antes que a plantação atinja o estádio V4 e com um advujante à base de éster metilado. Dessa forma, as linhas de milho ainda não estarão fechadas e Soberan conseguirá acertar em cheio as plantas daninhas, com o objetivo de evitar a matocompetição e consequentes perdas na lavoura. A Bayer também recomenda a associação de Soberan com o ativo Atrazina, para promover maior efeito residual de controle, e rotação de ativos adotando o herbicida Roundup.

Sistema produtivo

O agricultor pode confiar em Soberan. A lavoura de milho ficará no limpo e, como consequência, os efeitos do herbicida também vão beneficiar a safra subsequente de soja. “É importante o produtor ter a consciência de que incluir o modo de ação de Soberan dentro da lavoura de milho é extremamente importante para manejar resistências. É um produto que se encaixa muito bem dentro do sistema RR para rotação de ativos e entrega uma lavoura limpa do início ao fim”, diz Danilo Belia.

A tecnologia continua surpreendendo os clientes ano após ano e tem muito potencial para ser explorada no mercado de milho brasileiro. Além disso, segundo o gerente Carlos D’Arce, a Bayer se prepara para lançar novidades. “Podem ter a expectativa de que vamos revolucionar o mercado de novo”, diz ele. A Bayer deverá surpreender os produtores com novos herbicidas e em outros segmentos, de pré-emergentes. “E tudo isso conectado com o manejo integrado de plantas daninhas, onde nós preconizamos a melhor forma de atuação, de modo a prevenir e adiar a seleção de plantas daninhas resistentes e tentar minimizar o impacto das resistentes no mercado”, afirma Carlos D’Arce.

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