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O período da soca seca, apesar de não parecer, é oportuno para realizar o controle químico de plantas daninhas

O texto destaca a importância de se iniciar o controle de plantas daninhas na cana-de-açúcar já no período de soca seca após a colheita e complementar esse controle na sequência após início das chuvas.

Data

15 maio 2019

Produto

Localização

São Paulo - SP

Plantas daninhas constituem um sério problema na cultura da cana-de-açúcar. Diversas espécies podem ocorrer e gerar perdas de até 80% na produtividade dependendo do nível de infestação. Espécies como braquiárias e capim colonião possuem grande importância e respondem por aproximadamente 53 e 37% das indicações de controle, respectivamente. Outra planta daninha que vem ganhando destaque, principalmente em áreas onde existia soja, é a Euphorbia heterophylla. Independentemente do sistema de colheita da cana (com ou sem queimada), existe uma dificuldade evidente de controle de E. heterophylla em pós-emergência e dos novos fluxos de emergência.

Maio, junho, julho e agosto são os meses caracterizados por baixo volume de chuva e temperaturas baixas nas principais regiões produtoras, como no estado de São Paulo. Caracteriza-se, assim, o chamado período de soca seca nas áreas que já foram colhidas.

Apesar de não parecer, o período de soca seca tem se mostrado muito oportuno para o controle de plantas daninhas nos canaviais. Essa prática tem sido possível devido a evolução de tecnologias de herbicidas, existindo produtos para época seca, época úmida e alguns que podem ser aplicados em qualquer uma.

Grande parte dos produtores ainda entendem que é preciso esperar pelo período das chuvas para aplicação de herbicidas. De fato, conceitualmente não está errado, pois a disponibilidade de água pode melhorar a performance dos herbicidas. No entanto, os produtores estão percebendo que tanto a aplicação no seco quanto a do úmido entregam benefícios para a cultura.

Como o ciclo da cana-de-açúcar é longo e o período de colheita também, concentrar as aplicações apenas no período chuvoso dificulta o controle. Por isso, é bastante interessante o fato do controle ser realizado ao longo de todo o ciclo, de forma escalonada. As plantas daninhas podem apresentar diversos fluxos de emergência ao longo do ciclo, e por isso, além do escalonamento é importante utilizar produtos com amplo residual de controle. Iniciar o controle no período seco, durante a soca seca, com produtos com bom residual, poderá. dessa forma. incrementar em controle e reduzir a competição e as perdas em produtividade.

Para os grandes produtores que possuem extensas áreas de cultivo, isso se torna ainda mais interessante, visto que a concentração das aplicações no período das chuvas dificulta o manejo. Realizar aplicações logo após a colheita permite um escalonamento das pulverizações ao longo do ano e traz benefícios ao controle. Isso é interessante também para produtores que cultivam outras culturas na fazenda, sendo o escalonamento positivo do ponto de vista de otimização de maquinário e mão-de-obra.

Outro ponto que os produtores tem notado é que esperar pelas chuvas possibilita que a matocompetição se estabeleça e as plantas daninhas cresçam. É por isso que normalmente o controle no período das chuvas geralmente é feito em pós-emergência das plantas daninhas. Dessa forma, quando o manejo é iniciado no período seco, ele é feito em pré-emergência, evitando-se a formação da matocompetição e prejuízos para a produtividade. Além disso, como o controle deverá ser complementado no período úmido, este será beneficiado pelo início antecipado.

Os herbicidas a serem utilizados na época seca devem apresentar alta solubilidade em água, hidrofílicos ou medianamente lipofílicos, pouco ou não voláteis e fraca ou moderada adsorção ao solo. Assim, mesmo numa condição de baixa umidade, parte do produto será dessorvida para a solução do solo e estará disponível para absorção pela plântula logo após início da germinação.

Em resumo, o controle de plantas daninhas iniciado na época seca pode trazer benefícios aos manejo ao longo do ciclo. Mesmo que esse controle tenha que ser complementado após início das chuvas, os ganhos em controle justificam o seu uso.

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