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Detalhes do Produto

Classe

Herbicida

Embalagens Comercializadas

500 ml, 1L, 10L

Formulação

SC

Ingrediente Ativo e Concentração

Indaziflam 500 g/L

Modo de Ação

Inibidor da Biossíntese de Celulose

Alion

A plataforma inovadora da Bayer no manejo de plantas daninhas. Molécula inédita de ação seletiva pré emergente de amplo espectro e com residual prolongado, permite uma lavoura livre do mato. Você reduz os custos operacionais e dedica seu tempo a outras atividades.

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Herbicida Alion

Experiência 360: vivenciando o resultado na prática

Veja de maneira dinâmica a ação de Alion numa lavoura de citrus

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Alion Café

O mato está roubando algo que você nem imagina: água, tempo e dinheiro. Contra mato, menos é mais.

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Herbicida Alion

Alion - Herbicida Bayer

Se você quer sua lavoura de café livre de plantas daninhas de difícil controle por até um ano com única aplicação, procure um distribuidor Bayer.

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Herbicida Alion

Proteja sua lavoura contra plantas daninhas resistentes

Alion, Contra Mato, Menos é Mais!

Onde Comprar

A Bayer possui revendas em todo o país.

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Data de publicação:
6/08/2018

Tranquilidade para o produtor e aprovação da certificadora

Reduzir o número de aplicações de herbicidas no café traz benefícios ao produtor e é uma prática bem vista e sugerida pelas certificadoras

Data de publicação:
26/07/2018

Tem sido bastante comum na cultura do café o manejo que mantém limpo, livre de plantas daninhas a linha de plantio e a manutenção de uma planta de cobertura nas ruas do cafeeiro. Esse manejo tem propiciado uma série de benefícios e contribuído para elevar as produtividades. O problema estava na dificuldade de manter a saia do cafeeiro no limpo durante todo o período de produção. Isso acarretava na necessidade de um grande número de aplicações de herbicidas e dificuldades de controle devido aos casos de resistência.

A estratégia inovadora para esse tipo de manejo está no uso do herbicida pré-emergente indaziflam. Se trata de uma tecnologia nova que veio para ficar. Com apenas uma aplicação, a ser realizada no início da época das chuvas, esse herbicida garante um longo residual que pode se estender por até 8 meses.

É justamente esse residual que possibilita manter o café no limpo com apenas uma aplicação de herbicida. Isso significa ao produtor benefícios pela redução do número de aplicações bem como a tranquilidade de saber que o café irá passar por todo o período produtivo no limpo.

Os benefícios desse manejo duradouro pode ir além, como por exemplo na economia de mão-de-obra, se pensarmos que durante o período produtivo do café pode haver infestação com plantas daninhas trepadeiras, como a corda-de-viola, e demandar dessa forma, mão-de-obra para catação e eliminação dessas plantas. Esse manejo manual pode não ser feito no momento certo e em tempo hábil o que pode acarretar em prejuízos para o cafeeiro. Assim, manter as linhas limpas é prática fundamental para altos rendimentos.

No que tange a certificação, essa tem sido uma garantia de que as propriedades adotam boas práticas agrícolas de produção em todos os estádios da cultura, preservando o meio ambiente, garantindo aos trabalhadores condições dignas e oferecendo maior qualidade ao consumidor. Dessa forma, a economia de herbicidas pela redução do número de aplicações e redução da mão-de-obra manual na catação de plantas daninhas vão de encontro ao apelo das certificadoras de café.

Nota-se dessa forma que o herbicida indaziflam é uma tecnologia diferenciada, quebrou paradigmas nesse sentido por se mostrar uma ferramenta sustentável, de baixo impacto ambiental, baixo risco a saúde e que agrega muito aos cafeicultores por manter as plantas no limpo durante o ciclo de produção.


Autor: Dr. Leandro Marques (Pesquisador), Instituto Phytus

Um sistema radicular que precisa ser protegido

A maioria das raízes ativas do café situam-se em camadas superficiais juntamente com a maioria das plantas daninhas e por isso devem ser privadas de competição

Data de publicação:
26/07/2018

As raízes ativas do cafeeiro são aquelas responsáveis pela grande parte de água e nutrientes absorvidos que irão para a parte aérea. A maioria desses raízes do cafeeiro estão situadas nas camadas de 0 a 25 cm do solo, próximas ao tronco até a projeção da copa.

A competição com as plantas daninhas nessa região onde situam-se as raízes do cafeeiro se torna um fator limitante para produtividade. Nessa camada superficial é onde são encontradas também a grande maioria das raízes das plantas infestantes.

Assim, se caso o controle das plantas daninhas não for realizada eficientemente na linha do café, cria-se um ambiente de competição por recursos do solo, prejudicando o desenvolvimento e tornando as plantas de café mais suscetíveis ao déficit hídrico.

Como a eficiência radicular da cafeeiro é proporcional à extensão lateral das raízes e a profundidade, quanto mais superficial forem as raízes do café, mais agravante será os danos das plantas daninhas.

Raízes do Café
Crescimento Radicular

Nas entrelinhas do cafeeiro tem sido bastante utilizado culturas de cobertura. Essa cultura de cobertura, como por exemplo a braquiária que tem sido bastante utilizada, ela poderá ser roçada e a palhada direcionada para a saia do cafeeiro como forma de proteger o solo, manter a umidade, proporcionar melhores condições para a microbiota e ainda ser fonte de matéria orgânica para o solo. Assim, essa cultura de cobertura tem tido uma importante função na reciclagem de nutrientes que posteriormente poderá ser disponibilizado para as plantas de café.

A manutenção da umidade do solo é fundamental para o crescimento radicular. As raízes alimentadoras do cafeeiro não são permanentes e são renovadas ao longo do ciclo, sendo a manutenção da umidade pela cobertura morta fundamental para esse crescimento.

Manuntenção de Saia do Cafeeiro

Por fim, nota-se que a manutenção da saia do cafeeiro no limpo pode contribuir para a redução da proliferação de pragas, redução na ocorrência de doenças e ainda, favorecer na execução da prática de varrição do café. Ainda, que a eficiência na atividade radicular na absorção de água e nutrientes será altamente favorecida pela ausência de competição com plantas daninhas.

Autor: Dr. Leandro Marques (Pesquisador), Instituto Phytus

No início das chuvas e em pré-emergência

Alguns fatores como o momento de aplicação são fundamentais para que o resultado com indaziflam no campo seja o melhor.

Data de publicação:
26/07/2018

A recomendação em bula de aplicação do indaziflam é de apenas uma aplicação por ano. Dessa forma é necessário um correto planejamento para posicionar essa aplicação em períodos chave da cultura para obter o máximo de benefícios. A aplicação do indaziflam tem sido recomendado no início do período das chuvas no cafeeiro. E a pergunta que fica é porque nesse momento?

Um primeiro motivo é que esse herbicida precisa ser aplicado em momentos de adequada umidade no solo para melhor distribuição e ação. Um segundo motivo é que o indaziflam é um herbicida tipicamente pré-emergente, ou seja, ele tem forte ação sobre a sementeira das plantas daninhas. Se houver atraso da aplicação após início das chuvas, a umidade do solo irá criar condições para a germinação e emergência das plantas daninhas e daí após emergidas indaziflam perde sua ação. Por isso é importante coincidir esses fatores para maximizar os resultados e estender o residual de controle desse herbicida.

Caso no momento da aplicação já existam plantas daninhas emergidas, é importante que se faça a associação de um outro herbicida pós-emergente junto ao indaziflam. Para folhas estreitas o mais utilizado tem sido o glifosato. Para ocorrência de folhas largas pode-se ainda utilizar outros herbicidas mais específicos como metsulfuron metílico, 2,4-D e outros.

Onde o indaziflam deve ser depositado?

Caso o manejo do produtor seja manter as linhas no limpo e as entrelinhas com plantas de cobertura como a braquiária, a aplicação poderá ser feita com jato dirigido. Assim, o jato deve proporcionar uma completa cobertura do solo desde a base do tronco até a distância que se queira para fora da projeção da copa, e as entrelinhas onde não for aplicado o produto vai permitir que a braquiária se desenvolva normalmente (Figura 1). Dessa forma, apenas a saia das árvores serão mantidas no limpo.

Importante de ressaltar que é necessário uma completa cobertura do solo, se haver falhas de deposição do produto, nas falhas poderá ocorrer emergência das plantas daninhas.

indaziflam - aplicação na cultura do café

Você produtor pode se perguntar, mas não apliquei nesse período do início das chuvas, posso aplicar em outro período?

A aplicação pode ser feita em outros momentos, desde que atenda aos requisitos de tipo de solo e umidade adequada do solo. No entanto, nas aplicações tardias, muito provavelmente já existirão plantas daninhas emergidas, sobre as quais o indaziflam não terá ação efetiva, necessitando assim do uso de outros herbicidas em mistura. Como o residual de controle do indaziflam é longo, aplicar mais tarde significa, de certa forma, desperdiçar o potencial de controle dele no início do período produtivo. Além disso, vale lembrar que é recomendado apenas 1 aplicação por ano, ou seja, ao iniciar mais tarde, não seria tecnicamente correto antecipar a aplicação do próximo ciclo para ajuste posterior.

Sempre é bom lembrar que se trata de um herbicida para ser usado em plantas adultas, maior de 3 anos, já em produção, caule lenhoso, lignificado com casca marrom.

Autor: Dr. Leandro Marques (Pesquisador), Instituto Phytus

Como as plantas daninhas impactam na cultura do café

Para não ter prejuízos, o cafeicultor deve conhecer a dinâmica das plantas invasoras, a correta identificação e os diferentes mecanismos de controle.

Data de publicação:
19/03/2018

A infestação por plantas daninhas ocorre de forma indesejável na cultura do café, gerando efeitos negativos, já que competem por recursos como água, luz e nutrientes, além de interferirem nas práticas culturais como o controle de pragas, a fertilização e a colheita. Na cultura do café, a competição com as plantas daninhas é especialmente impactante, pois as raízes do cafeeiro geralmente crescem na superfície do solo ou em menores profundidades, o que corresponde à mesma faixa de solo onde crescem a maioria das raízes das plantas daninhas.

Dependendo do número de indivíduos e da densidade de raízes das plantas infestantes, a cultura cafeeira fica mais suscetível ao déficit hídrico e, consequentemente, à deficiência nutricional, ocasionando uma grande perda de grãos e a queda do rendimento, além da proliferação de pragas e do aumento da ocorrência de doenças. Além disso, a interferência existente nas fases iniciais de crescimento da lavoura atrasa tanto o estabelecimento, quanto o tempo para que a cultura atinja o estágio reprodutivo, reduzindo a sua capacidade de reprodução.

O manejo integrado dessas plantas é indispensável para manter a maior produtividade da lavoura e tem como base um conjunto de métodos de controle, cuja aplicação de maneira certa e época adequada, têm como objetivo interferir no processo de germinação e desenvolvimento das plantas infestantes, diminuindo o custo de produção e aumentando a produtividade das lavouras. Para auxiliar o produtor, a Bayer disponibiliza o herbicida Alion, uma nova tecnologia que chega para revolucionar o manejo de plantas daninhas para a cultura do café.

cultura do Café - Manejo de Plantas Daninha
Manejo com herbicida impede a germinação de plantas resistentes e de difícil controle.

O herbicida pré-emergente Alion atua diretamente no solo inibindo a germinação e emergência das plantas daninhas, com um número reduzido de aplicações por ter um residual prolongado. Além de impedir a germinação de plantas resistentes e de difícil controle, Alion contribui para a sustentabilidade do negócio do produtor, pois a sua ação permite aplicações otimizadas, contribuindo para a redução do consumo de água, diminuição do uso de maquinário, além da otimização da mão de obra no trato das lavouras.

Assim, o manejo de plantas daninhas se torna indispensável do ponto de vista produtivo e econômico - não gerando prejuízos ao cafeeiro e às demais culturas. E se não forem devidamente controladas, essas perdas se acentuam. Para isso, o produtor deve, principalmente, conhecer a dinâmica das plantas invasoras, sua correta identificação e também os diferentes mecanismos de controle.

Redator: Evandro Alves Vieira

Foto: Marcello Vilela

Data de publicação:
19/03/2018

Alion: economias na ponta do lápis e produtividade protegida

As plantas daninhas podem gerar perdas de até 43% na produtividade do cafezal, diz estudo da Bayer

Data de publicação:
01/02/2018

Cultivo de Café – Herbicida Alion

Os produtores bem sabem que a planta daninha compete com a cultura por água, luz e nutrientes. Apesar de ser uma planta robusta, o cafeeiro é particularmente sensível à matocompetição. A convivência prolongada com plantas daninhas pode acarretar perdas de produtividade até 43%, segundo uma pesquisa de campo recente da Bayer em cafezais mineiros.

Alion oferece um controle incomparável de plantas daninhas com apenas uma aplicação. Indaziflam, seu ingrediente ativo, inibe a germinação e o crescimento da raiz da planta daninha, impedindo a biossíntese de celulose.

O herbicida proporcionou um controle superior a 90,0% de todas as ervas daninhas presentes na área, segundo a pesquisa da Bayer, com índices de controle acima de 97% para buva, braquiária, beldroega, apaga fogo, amendoim bravo, picão preto, caruru e capim amargoso em todas as três propriedades analisadas.

O controle de plantas daninhas representa apenas 4% do custo de produção da lavoura cafeeira. Entretanto, é uma operação que demanda muito tempo do produtor e pode afetar o bom desempenho das demais atividades da propriedade, gerando atrasos e perda de produtividade. A pesquisa apontou uma economia de mão de obra em 2,57 horas/ha/ano, de 37,41 horas/ha/ano para 34,84 horas/ha/ano, uma redução de 6,9% no custo de mão de obra nessa operação.

A mecanização da colheita foi uma grande evolução na cafeicultura, proporcionando uma redução de custos impressionante, de 50% para 16% do custo total do cultivo. No entanto, se no momento de tirar o café do chão houver plantas daninhas ou resto vegetais lignificados debaixo da planta, estes podem impedir que alguns frutos cheguem até o meio da rua, deixando parte da produção fora do raio de ação das maquinas que recolhem este café de chão. O manejo com Alion possibilitou um aumento de 7,5% de recolhimento de café no chão.

A produtividade média nas propriedades pesquisadas foi de cerca de 49,2 sacas por hectare nas áreas onde houve aplicação de Alion, uma saca a mais que nas áreas de controle.

O manejo convencional requereu três aplicações de defensivos contra apenas uma aplicação de Alion. No talhão com o herbicida da Bayer houve apenas uma operação de trincha, contra 4 no manejo convencional, e uma operação com roçadeira, contra duas no talhão com glifosato. No manejo convencional também houve o trabalho de remoção de cipó, esforço desnecessário no talhão com Alion.

A Bayer realizou ensaios em mais de 150 áreas demonstrativas em diferentes regiões do país para o lançamento de Alion. Em uma área total de 2.142 hectares, o produtor realizou uma aplicação a menos de herbicida, gerando uma economia anual de 643 milhões de litros de água e 3,4 milhões de litros de combustível, além de uma redução de 10 toneladas em emissões de CO2.

Crédito: Frank Edwin Duurvoort – Agro Bayer

Foto: Andre Nery/Shutterstock

Conab projeta safra menor de café em 2017

Estatal projeta uma diminuição de 12,8% ante 2016; arábica tem queda de 21,5%

Data de publicação:
19/02/2018


Café – Safra Menor em 2017


Café – Safra Menor em 2017

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima uma queda de produção 12,8% na safra de café de 2017 ante 2016, em razão da perspectiva de menor colheita de arábica, cujo ciclo é de bienalidade negativa. Em seu terceiro Acompanhamento da Safra Brasileira, com mais de 90% da safra deste ano já colhida, a Conab prevê que o país produzirá 44,77 milhões de sacas de café arábica e conilon (robusta), contra 51,37 milhões no ano passado e 45,6 milhões na estimativa de maio.

A menor safra de café arábica, que deve totalizar 34,07 milhões de sacas, responde pela maior parte da queda projetada, com produção 21,5% inferior na comparação com as 43,38 milhões de 2016. Já a safra de café conilon deve alcançar 10,7 milhões de sacas e se recuperar da seca do ano passado, que atingiu as regiões produtoras do Espírito Santo.

A área total cultivada deve atingir 2.208,9 mil hectares (345,2 mil hectares em formação e 1.863,7 mil hectares em produção), afirma a estatal, resultado praticamente estável ante a área de 2016.

A área destinada ao cultivo de café arábica será de 1.781,9 mil hectares, sendo 299,8 mil hectares em formação (16,8%) e 1.482,1 mil hectares em produção (83,2%). A área voltada à produção de café conilon será de 427 mil hectares, sendo 45,4 mil hectares em formação (10,6%) e 381,6 mil hectares em produção (89,4%), o levantamento da Conab. O quarto e último Acompanhamento será publicado em dezembro.

Crédito: Frank Edwin Duurvoort – Agro Bayer
Foto: Juan Luis Elgueta/Shutterstock

Alion é a maior inovação contra a matocompetição

Com uma aplicação, o produtor dá um basta na concorrência por água, luz e nutrientes

Data de publicação:
29/01/2018

Alion - Herbicida
Plantas Daninha de Folhas Largas

 


A plataforma Alion é a grande inovação da Bayer no combate à plantas daninhas. É o herbicida mais eficiente de seu tipo descoberto até hoje. Indaziflam, o seu ingrediente ativo, é uma molécula inédita de ação seletiva pré emergente de amplo espectro. Alion oferece controle residual eficaz e de longa duração. Com apenas uma aplicação, o produtor poupa tempo, corta custos operacionais e aproveita melhor os seus recursos para aumentar a rentabilidade do seu agronegócio.

Alion ataca o problema da matocompetição literalmente pela raiz. O herbicida inibe o enraizamento das plantas daninhas de folhas largas e gramíneas, dificultando o seu desenvolvimento. Com raízes pequenas e de baixa penetração, as plantas daninhas não conseguem absorver água e nutrientes e não sobrevivem. Como o período de controle residual de Alion é de 180 a 210 dias, basta uma aplicação e as linhas do cafezal permanecem livres de matocompetição durante todo o ciclo da cultura, facilitando o trabalho de manejo e a colheita. Alion não tem impacto na fertilidade do solo.

Lavoura no limpo e manejo mais fácil: os ganhos do cafeicultor não param por aí. A economia de água e nutriente proporcionado pelo Alion reduz os custos de produção e aumenta a produtividade do cultivo.

Lançado no mercado brasileiro em 2016, inicialmente para as culturas de café e citros, hoje Alion também está disponível para a cultura da cana-de-açúcar.

Crédito: Frank Edwin Duurvoort – Agro Bayer
Foto: Paulo Vilella/Shutterstock

Com Alion, não há planta daninha que resista

Ausência de plantas daninhas resistentes ao herbicida é um grande diferencial que precisa ser preservado

Data de publicação:
29/01/2018

Alion - Herbicida Plantação de Café

Lançado em 2016, não há registro de planta daninha resistente à ação do herbicida Alion. A ausência de plantas daninhas resistentes, combinado com controle residual eficaz de 180 a 210 dias, são dois diferenciais de peso, que podem fazer muita diferença no dia a dia e no bolso do cafeicultor que busca alta produtividade e qualidade.

Com apenas uma aplicação, oferece excelente controle de plantas daninhas de folha larga e gramíneas. Indaziflam, seu ingrediente ativo, inibe a germinação e o crescimento da raiz da planta daninha, impedindo a biossíntese de celulose. Enfraquecida, a planta tem dificuldade para emergir, realizar a fotossíntese e captar água e nutrientes do solo.

Alion oferece vantagens incomparáveis ao produtor na preservação de sua lavoura. No entanto, o manejo inadequado do produto pode encurtar a sua vida útil ao favorecer o surgimento de planta daninhas resistentes.

A Bayer recomenda o uso de Alion associado a outro herbicida, pós emergente, como glifosato ou glufosinato, no manejo da cultura. O segundo herbicida pode ser utilizado dessecação pré semeadura, sugere a empresa. A Bayer também recomenda evitar de usar herbicidas com o mesmo modo de ação ano após ano.

O produtor precisa fazer a aplicação de Alion obedecendo taxa de utilização especificada na bula. A super e subdosagem são duas práticas que levam à emergência de espécies resistentes. Além disso, é recomendável fazer a rotação de culturas e realizar o controle de sementes de plantas daninhas pós colheita.

Para mais informações sobre boas práticas no combate à plantas daninhas resistentes, acesse o site Diversidade é o Futuro, da Bayer.

Crédito: Frank Edwin Duurvoort – Agro Bayer
Foto: Paulo Vilella/Shutterstock