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Belt® Inseticida

Detalhes do Produto

Classe

Inseticida

Embalagens Comercializadas

12 x 1 L, 20 x 250 ml, 4 x 5 L

Formulação

SC

Ingrediente Ativo e Concentração

Flubendiamida 480 g/L

Modo de Ação

Contato e Ingestão

Belt

Belt apresenta eficácia e amplo espectro de ação, principalmente contra lagartas de difícil controle. Sua atuação seletiva ajuda a proteger a lavoura e contribui para a longevidade da tecnologia Bt. Confiável, fácil de manejar e mais seguro, Belt é o defensor da sua produtividade.

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Belt no Milho

Veja o vídeo e entenda porque Belt protege a sua lavoura de milho contra a alta incidência de Spodoptera e ajuda a prolongar a tecnologia Bt.dolore magna ali.

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Milho

Proteja sua lavoura contra a incidência da Spodoptera 

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Algodão

Belt mantém sua lavoura protegida contra lagartas de difícil controle.

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Soja

Proteção ampliada no controle de lagartas.

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Tomate

Controlar lagartas ficou fácil com Belt.

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A Bayer possui revendas em todo o país.

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Belt, o novo inseticida para controle da broca-da-cana.

Oferece longo período de controle, menor custo por dia de controle e acarreta ganhos de TCH

Data de publicação:
27/07/2018

O mais recente lançamento do setor para o combate a broca-da-cana é o Belt, da Bayer CropScience. Primeira Flubendiamida desenvolvida no mundo e registrada no Brasil em 2009 para a cultura da soja, o inseticida chegou ao mercado canavieiro em dezembro de 2017 prometendo longo residual, controle por mais tempo e menor custo por dia de controle.

O consultor de desenvolvimento de mercado da Bayer, Maurício Oliveira, explica que uma das principais características do Belt é sua ação translaminar. "O produto fica aderido a cutícula da folha, conseguindo atravessar o parênquima foliar, o que possibilita um controle das lagartas que estão na parte inferior das folhas."

Mauricio Oliveira salienta que o produto, além de controlar a praga, acarreta ganhos em Toneladas de cana por hectare (TCH). "O Belt possui elevada eficiência de controle mesmo após lavagem pela chuva, além de ser seletivo a insetos benéficos."


Fonte: Cana Online

O que faz da Helicoverpa armigera uma praga tão temida

Uma praga recente no Brasil mas que trouxe muita preocupação aos produtores rurais devido ao alto potencial de dano.

Data de publicação:
08/06/2018

Helicoverpa Armigera
Praga do Algodão e Soja

Diversas são as características dessa praga que a tornam uma preocupação recorrente em diversos cultivos como na soja e algodão.

- Potencial de dano: A fase larval dessa praga é extremamente agressiva, se alimentam tanto de partes vegetativas quanto reprodutivas e apresentam elevado consumo diário de alimento. Os danos nos órgãos reprodutivos são responsáveis por grandes perdas.

- Polifagia: H. armigera é uma espécie altamente polífaga, sendo relatada a sua ocorrência em mais de mais de 100 espécies de hospedeiros. No Brasil, já foi relatada em algodão, soja, milho, tomate, feijão, sorgo, guandu, milheto, trigo, girassol, frutíferas, hortaliças, crotalária, bem como em diversas plantas daninhas. Isso favorece para a formação de “ponte verde”, ou seja, a praga pode migrar de um cultivo para o outro e ter sempre alimento disponível.

- Fecundidade: H. armigera possui elevada capacidade de reprodução devida a elevada taxa de oviposição. Cada adulto pode colocar mais de mil ovos, o que contribui para rápido crescimento populacional.

- Ciclo curto: essa praga completa o ciclo de ovo a adulto em aproximadamente 30 dias sob condições favoráveis. Isso também contribui para o surgimento de surtos da praga e situações de elevado risco a cultura.

- Capacidade de dispersão: possui alta capacidade de dispersão, podendo percorrer grandes distâncias à procura de alimento e condições adequadas para seu desenvolvimento e reprodução. Dessa forma, surtos da praga em determinada região indica um risco potencial em regiões vizinhas.

- Sobrevivência: possui elevada capacidade de adaptação às condições adversas, tais como excesso de calor, frio ou seca. Inclusive, sob condições adversas, a atividade de inimigos naturais pode reduzir, o que pode favorecer ainda mais o crescimento dessa praga.

- Dificuldade de controle: Necessita inseticidas potentes em doses elevadas. Algumas proteínas Bt não oferecem elevado controle. Ainda, possui elevado risco de resistência exigindo boas práticas de manejo e uso dos inseticidas.

Acesse mais conteúdo como esse em Phytus Club.

Você pode resgatar a assinatura do Phytus Club através do Programa de Pontos.

Autores: Juliano Farias; Leandro Marques, Pesquisadores Instituto Phytus

Fontes: Phytus Club e Instituto Phytus

Helicoverpa armigera e a tecnologia Bt no algodoeiro

O manejo inadequado de H. armigera em algodão Bt poderá contribuir para surgimento da resistência e que pode dificultar ainda mais o controle dessa lagarta

Data de publicação:
28/05/2018

A área de algodão safrinha cultivado após a soja tem crescido bastante em regiões produtoras do Brasil, especialmente no Mato Grosso. Nesse cenário, a ocorrência de pragas no algodão se torna ainda mais preocupante como é o caso da Helicoverpa armigera. Um ponto que preocupa é que as cultivares de algodão Bt disponíveis atualmente no mercado (Bollgard®, WideStrike®, TwinLink®) não apresentam elevada eficiência de controle sobre H. armigera, especialmente em situações de alta infestação.

Portanto, o manejo inadequado dessa praga em cultivares Bt, como por exemplo ausência de refúgio, poderá favorecer o surgimento da resistência a tecnologia Bt. Assim, o manejo de H. armigera no algodão Bt deve ser de maneira integrada, utilizando outras estratégias de manejo complementar. Como já se espera um controle não superior a 60% da tecnologia Bt sobre H. armigera, tem sido comum em muitas regiões, como por exemplo oeste da Bahia, ataques expressivos dessa praga, mesmo sobre cultivares de algodão Bt, o que tem demandado aplicações emergenciais de inseticidas.

pragas do Algodão - Largata
Utilização do controle químico como estratégia complementar

Essa estratégia tem sido utilizada mesmo em áreas com cultivares Bt de maneira e reduzir o nível de infestação da lagarta e reduzir dessa forma a pressão de seleção de lagartas resistentes a tecnologia Bt. A utilização de inseticidas demanda uma série de cuidados adicionais para que seja evitada também a resistência da lagarta aos inseticidas. É notável no campo, que toda vez que se perde o momento ideal de aplicação para controle, devido a agressividade da praga o número de aplicações é aumentado. Assim, quanto mais aplicações, maior é o risco de exposição dos inseticidas no campo.

Helicoverpa Armigera - Fase Adulta

- Posicionamento e nível de controle (NC): o correto posicionamento de acordo com os níveis de controle (NC) é ponto fundamental no uso de inseticidas. De acordo com trabalhos de pesquisa, o NC que está sendo utilizado para H. armigera no algodão é de três a seis lagartas pequenas (até 7 mm) a cada 100 plantas monitoradas ou 3 a 6% de plantas infestadas com pelo menos uma lagarta pequena.

- Importância do monitoramento: o monitoramento das áreas precisa ser realizado no mínimo duas vezes por semana. É muito importante que os inseticidas sejam posicionados sobre lagartas ainda pequenas, pois aumenta-se a eficácia. O posicionamento atrasado sobre lagartas médias (7 a 15 mm) e grandes (>15 mm) reduz a eficácia dos produtos podendo haver sobra de lagartas. O uso de armadilha luminosas para amostragem de mariposas adultos e a contagem de ovos sobre as plantas são duas estratégias antecipadas de monitoramento que podem auxiliar na tomada de decisão de controle de H. armigera. Isso possibilita estimar a dimensão da área e pressão de ataque e uma melhor programação para posicionamento assertivo dos inseticidas.

- Principais inseticidas: inseticidas do grupo das diamidas têm sido altamente eficazes no controle. Nas dosagens utilizadas para controle de H. armigera, as diamidas serão efetivas também no controle de Heliothis virescens. Esses produtos apresentam uma boa seletividade sendo um ponto positivo para sua utilização. Outros inseticidas como do grupo das espinosinas, oxadiazina e análogo de pirazol também têm eficácia sobre essa praga. Produtos menos seletivos como piretróides devem ser evitados devido a ação sobre inimigos naturais da praga.

- Rotação de mecanismos de ação: a rotação de mecanismos de ação é altamente recomendável. Tal prática reduz os riscos de resistência e assim pode aumentar a vida útil dos inseticidas no campo, de maneira a termos maior número de opções de produtos para manejo.

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Autores: Leandro Marques, Pesquisador Instituto Phytus

Fontes: Phytus Club e Instituto Phytus

Falta de monitoramento e controle químico deixa escapar lagarta do cartucho em lavouras Bt.

A resistência da lagarta-do-cartucho em milho Bt impõe dificuldades de manejo dessa praga. Atenção deve ser dada para a diversificação de estratégias de manejo, incluindo o uso correto de inseticidas para controle químico.

Data de publicação
29/03/2018

Entre as diversas lagartas que atacam a cultura do milho, a Spodoptera frugiperda, comumente chamada de lagarta-do-cartucho do milho é uma das mais temidas pela frequência de ocorrência e danos gerados a produtividade do milho. Em praticamente todas as regiões de cultivo essa praga encontra condições favoráveis para seu desenvolvimento tratando-se de um problema abrangente.

Lagarta do Cartucho do Milho
Figura 1. Infográfico evidenciando características que auxiliam na correta identificação da praga no campo. Fonte: Phytus Club

Quais são os riscos com o ataque dessa praga?

Se pensarmos em uma ordem cronológica, inicialmente a S. frugiperda pode cortar plântulas rente ao solo, pode perfurar o colmo provocando o sintoma de “coração-morto”, levando a grandes falhas no estande de plantas ou necessidade de ressemeadura.

Lagarta na Raiz da Planta Lagarta na Raiz da Planta
Figura 2. Danos iniciais causados pelo ataque de S. frugiperda em plântulas de milho. (Fotos: Leandro Marques)

Após as plantas emergidas, o dano principal será o consumo de folhas novas, podendo destruir o cartucho da planta (Figura 3). Assim, o período crítico para monitoramento e controle em parte aérea estará entre os estádios de 3ª e 10ª folha. Infestações tardias poderão ocorrer, podendo provocar destruição do pendão floral. Além disso, poderão ocorrer ataques diretos nas espigas em formação, casos menos comuns e que, quando ocorrem são muitas vezes confundidos com a lagarta-da-espiga (Helicoverpa zeae).

Lagarta na Folha do Milho Lagarta na Folha do Milho
Figura 3. Danos em folhas novas e dano no cartucho do milho causado por S. frugiperda. Fotos: Juliano Farias

Fatores que contribuíram para surgimento e evolução da lagarta por falta de monitoramento

Com o lançamento das tecnologias Bts houve um avanço bastante grande no manejo desta praga. No entanto, alguns fatores como falta de monitoramento contribuem obter sobra de lagartas no milho Bt.

As plantas de milho Bt apresentam produção das proteínas Bt de maneira contínua ao longo do seu ciclo e por isso, inevitavelmente, é exercida uma grande pressão de seleção de indivíduos resistentes das pragas-alvo. No Brasil, casos de sobra de lagarta campo foram registrados para Spodoptera frugiperda à proteína Cry1F e a Cry1Ab (Farias et al., 2014; Omoto et al., 2016). Alguns fatores foram decisivos para a evolução da resistência:

  1. Ciclos de semeadura sucessivos e sobrepostos de milho, soja e algodão, expondo a praga-alvo às proteínas Bt em mais de uma cultura durante a maior parte do ano.
  2. Condição climática do Brasil, tropical e subtropical que tem permitido a sobrevivência de altas populações de S. frugiperda durante o ano todo e a ocorrência de várias gerações de indivíduos.
  3. Ausência ou falha de uso das áreas de refúgio com milho não-Bt.
  4. Ausência de rotação de diferentes proteínas com mecanismos de ação diferentes, como por exemplo proteínas Cry e Vip.
  5. Má utilização do controle químico nas áreas de refúgio reduzindo excessivamente o número de indivíduos suscetíveis disponíveis para cruzamento com os possíveis resistentes na área Bt.

A adoção de estratégias de manejo de controle é urgente para aumentar a vida útil das tecnologias Bts. Caso tais estratégias não sejam implantadas, cria-se condições amplamente favoráveis para uma rápida evolução da resistência de insetos a essas tecnologias e consequentemente intensifica-se os riscos de perdas dessas tecnologias para o manejo de pragas no milho. A lagarta-do-cartucho possui diversos atributos de ordem genética e ecológica que favorecem para uma rápida evolução da resistência no campo.

Estratégias de manejo da lagarta-do-cartucho em plantas Bt

As estratégias de manejo devem ser pensadas no sentido de evitar ou retardar a evolução da resistência de maneira preventiva. No entanto, infelizmente a maioria das ações de manejo da resistência são iniciadas após a constatação de falhas de controle de determinada proteína Bt. Abaixo são listadas algumas das principais estratégias para manejo de S. frugiperda no milho Bt.

Utilização de refúgio estruturado: essa prática é a principal estratégia de manejo de resistência para as culturas Bt no Brasil. As áreas de refúgio são necessárias como fonte de indivíduos suscetíveis, os quais, ao se acasalar com os indivíduos resistentes da área Bt, dão origem a descendentes que poderão ser controlados ao se alimentarem das plantas Bt, retardando assim a evolução da resistência (Figura 4).

Estratégia contra a Lagarta
Figura 4. Representação esquemática da estratégia de alta-dose e refúgio para manejo de resistência em culturas Bt. Fonte: Bernardi et al. (2016a).

Piramidação de genes: a piramidação de genes consiste na inserção de mais de uma proteína Bt em um híbrido de milho. Importante que essas proteínas apresentem mecanismo de ação diferentes e não tenham resistência cruzada. Exemplo disso, são os híbridos que apresentam proteínas Cry + Vip para os quais não há resistência cruzada. Populações resistentes de S. frugiperda demonstraram resistência cruzada para as proteínas do grupo Cry1 (Cry1Aa, Cry1Ac, Cry1A.105, Cry1F e Cry1Ab). Vale ressaltar que essa estratégia também necessita do uso de áreas de refúgio estruturado para ser efetiva.

Controle de plantas daninhas e "tigueras": essas plantas funcionam como plantas hospedeiras de pragas e podem contribuir para uma maior pressão de ataque nas fases iniciais do milho. Essas plantas servem de fonte de alimento para lagartas adultas de S. frugiperda, e a transição das lagartas entre plantas Bt e plantas daninhas pode acarretar em uma exposição subletal às proteínas Bt aumentando a sua taxa de sobrevivência no campo.

Aplicação de inseticidas no pré-plantio: em casos de alta infestação de lagartas remanescentes da palhada, recomenda-se aplicação de inseticidas no pré-plantio, pois lagartas grandes são, de modo geral, menos suscetíveis às proteínas Bt, sobrevivendo mais facilmente à exposição a elas. De maneira geral, piretroides são produtos de menor custo, mas que devem ser evitados nas primeiras aplicações por causa da pouca seletividade a inimigos naturais. Uma das soluções mais eficientes que podem ser utilizados para essa finalidade são produtos do grupo dos carbamatos como o tiodicarbe. Esse produto apresenta boa seletividade aos inimigos naturais.

Tratamento de sementes (TS): como proteção aos ataques iniciais dessa praga no milho o tratamento de semente é altamente recomendado. O TS é fundamental para um bom estabelecimento e arranque de plantas no campo. Além disso, possibilita utilizar um mecanismo de ação diferente para controle de S. frugiperda na fase inicial da cultura. Uma das soluções Bayer para utilização em TS é o Cropstar que oferece a melhor proteção para o potencial produtivo da lavoura, protegendo o investimento na fase inicial. Além disso, oferece a solução mais completa, preservando o potencial de cada variedade, o que contribui para um excelente arranque, com ação preventiva, amplo espectro de controle e mais vigor para as sementes.

Aplicação de inseticidas em parte aérea: É importante que o inseticida que será utilizado na sequência em parte aérea apresente modo de ação distinto do inseticida usado no TS. As áreas de milho Bt e áreas de refúgio devem ser constantemente monitoradas para S. frugiperda desde os estádios iniciais de desenvolvimento (Figura 5). Quando 20% das plantas do refúgio atingirem nota de dano três da escala Davis (pequenas lesões de raspagem circulares e algumas lesões alongadas de até 1,3 cm comprimento nas folhas do cartucho), é recomendada a entrada com a primeira aplicação do controle químico (Figura 6).

Monitoramento de Lagarta-do-cartucho
Figura 5. Estádios fenológicos do milho e o período crítico para monitoramento e controle químico de lagarta-do-cartucho (S. frugiperda). Fonte: Phytus Club
Nível de Ação para Lagarta do Cartucho
Figura 6. Escala visual de notas de zero a nove (0 a 9) conhecida como Escala Davis para avaliação do nível de ação para lagarta-do-cartucho no milho. Fonte: Bayer CropScience

Enquanto danos iniciais e lagartas pequenas (<1 cm),="" produtos="" do="" grupo="" químico="" das="" diamidas="" tem="" sido="" amplamente="" utilizados.="" o="" inseticida="" belt="" é="" um="" exemplo="" disso,="" o="" qual="" apresenta="" alta="" eficácia="" e="" espectro="" de="" ação="" controlando="" além="" de="">S. frugiperda outras lagartas de difícil controle. Além disso, esse produto apresenta boa seletividade contra inimigos naturais.

A medida que furos nas folhas começam a ser observados é sinal de que a lagarta já se encontra em instares mais avançados, além de que nesses instares essa começa a entrar para dentro do cartucho conseguindo se proteger das aplicações. Esses dois fatores contribuem para redução da eficácia dos inseticidas aplicados.

Devido a lagarta-do-cartucho poder atacar em diversos estádios de desenvolvimento do milho, desde os estágios iniciais de desenvolvimento até as fases reprodutivas de início e final da formação da espiga, mais de uma pulverização poderá ser necessária e é importante nesse sentido realizar a rotação de inseticidas com modo de ação distinto. Para rotacionar mecanismos de ação, os produtos reguladores de crescimento são ferramentas bastante utilizadas. Apresentam elevada eficácia e bom efeito residual no controle de Spodopteras. Um exemplo é o inseticida Certero, o qual poderá ser utilizado nas aplicações seguintes em mistura com Larvin.

Material consultado

Bernardi, O.; Bernardi, D.; Horikoshi, R.J.; Omoto, C. Manejo da resistência de insetos a plantas Bt. Engenheiro Coelho: Promip, 2016a. 45 p.

Farias, J.R. et al. Field-evolved resistance to Cry1F maize by Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae) in Brazil. Crop Protection, v. 64, p. 150-158, 2014.

Omoto, C. et al. Field-evolved resistance to Cry1Ab maize by Spodoptera frugiperda in Brazil. Pest Management Science, v. 72, p. 1727-1736, 2016.