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Curbix® Inseticida

Detalhes do Produto

Classe

Inseticida

Embalagens Comercializadas

12 X 1L , 1 X 20L

Formulação

SC

Ingrediente Ativo e Concentração

Etiprole 200 g/L

Modo de Ação

Contato e Ingestão

CURBIX 200 SC® 

É o inseticida da Bayer que chega primeiro no controle da cigarrinha, combatendo rapidamente as infestações e protegendo o canavial por mais tempo. Com sua proteção prolongada, elimina ninfas e adultos. Onde há praga, não há vigor, os colmos ficam livres para produzir mais peso e açúcar com qualidade que você vê.

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Curbix no campo

Saiba mais sobre a performance de Curbix no controle das cigarrinhas.

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Principais Formas de Combate da Cigarrinha

Saiba como não ter problemas de produtividade em seu canavial por conta da cigarrinha-das-raízes.

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A Bayer possui revendas em todo o país.

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Colheita da cana crua e os ataques de Cigarrinha das Raízes

O aumento de áreas de cana-de-açúcar colhidas crua de forma mecanizada no estado de São Paulo tem provocado aumento do ataque de Cigarrinha das Raízes (Mahanarva fimbriolata)

Data de publicação:
15/06/2018

A proibição da queima da cana-de-açúcar foi estipulada no estado de São Paulo através do Decreto nº. 47.700, de 2003. Essa medida se trata de uma mudança gradativa, ou seja, os produtores aos poucos foram aumentando o percentual de áreas colhidas de forma mecanizada de cana crua. A não utilização da queima visa reduzir os impactos negativos ao meio ambiente e a saúde humana.

A ausência da queima da cana tem ocasionado um aumento no ataque de pragas como Cigarrinha das Raízes. Diversas regiões no estado de São Paulo, onde a maior parte da colheita dos canaviais já é feito de forma mecanizada da cana crua, a Cigarrinha das Raízes

se tornou um dramático problema. A ausência de queima não possibilita a destruição de formas biológicas da praga, especialmente ovos em diapausa que se acumulam no período de colheita. Assim, a sobrevivência do inseto é favorecida. Ainda, com a ausência da queima, ocorre acúmulo de grande quantidade de restos culturais no solo, o que favorece para manutenção de elevada umidade e adequada temperatura para o desenvolvimento e disseminação da Cigarrinha das Raízes.

Praga Cigarrinha da Raiz – Cultivo de Cana-de-Açúcar
Figura 1. Adulto da Cigarrinha das Raízesda cana-de-açúcar. (Foto: José F. Garcia)

Nessas áreas, a cigarrinha se tornou praga-chave devido ao potencial de dano em produtividade que pode ser superior a 30% e também devido aos danos na redução da qualidade da matéria-prima. A redução na qualidade pode resultar no aumento da cor do açúcar o que implica na redução do valor de comercialização do produto, afetando assim toda a cadeia produtiva até o consumidor final. Além desses danos diretos, o ataque de cigarrinha pode causar danos indiretos como aumento da contaminação com bactérias e fungos.

Danos Causados pela Cigarrinha da Raiz
Figura 2. Formação de espuma pela cigarrinha que fornece proteção térmica. (Foto: José Eduardo M. de Almeida)

Dessa forma, o cultivo de cana-de-açúcar livre de infestações de Cigarrinha das Raízes é fundamental. Para se conseguir isso atualmente, o manejo exige etapas criteriosas de monitoramento da praga e aplicação de estratégias de controle no momento certo. O uso de inseticidas para controle da cigarrinha é um dos grandes pilares, o qual pode garantir elevada eficácia, desde que selecionadas as moléculas corretas e bem posicionadas quanto ao momento de aplicação.

Autor: Leandro Marques (Pesquisador Instituto Phytus)

Foto: Instituto Phytus

Data de publicação:
08/06/2018

Conheça o ciclo de vida da cigarrinha das raízes

Inseto causa graves problemas no desenvolvimento da cana e prejuízo para a indústria sucroenergética

Data de publicação:
15/04/2018

A cigarrinha das raízes (Mahanarva fimbriolata) é uma praga de grande importância econômica na cultura da cana-de-açúcar: seu ataque resulta em perdas na produtividade, que variam de 15% a 80%, e reduções na qualidade da matéria-prima, que podem chegar até 30%. Além disso, há o risco de contaminação no processo industrial, devido à deterioração da cana no campo. Estima-se que a praga possa causar perdas de até 36 toneladas por alqueire a cada corte de cana.

Os maiores prejuízos são causados pelos insetos adultos que, ao sugarem a seiva da planta, transmitem toxinas que causam a queima das folhas. Os sintomas mais comuns são estrias amareladas no limbo foliar, bordos enrolados e definhamento do colmo, o que provoca perda no teor de sacarose.

cigarrinha das Raízes - Praga Culturas Cana de Açúcar
A cigarrinha das raízes dificulta a absorção de água e nutrientes pelas plantas

Ficha técnica

Cigarrinha das raízes (Mahanarva fimbriolata)
Praga que afeta produção sucroenergética

Incidência: principalmente região Sudeste

Período de vida: 80 dias

Oviposição: 340 ovos (média)

Partes afetadas: folhas e colmos

Fase em que ocorre o ataque: crescimento vegetativo


A praga é encontrada, praticamente, em todas as regiões canavieiras do Brasil, mas no estado de São Paulo tornou-se uma praga relevante, com aumento nas áreas de colheita de cana crua. Neste sistema, o acúmulo de palha contribui para manter a umidade do solo, o que favorece o aumento da população deste inseto, que vive, aproximadamente, 80 dias.

Neste período, a fêmea da cigarrinha das raízes põe, em média, 340 ovos nas bainhas secas ou sobre o solo, próximo ao colmo da planta (98% dos ovos na linha). As formas jovens fixam-se nas raízes, onde sugam a seiva. A infestação dessa praga é identificada pela presença de uma espuma esbranquiçada semelhante à espuma de sabão, na base da touceira. Por isso, essa espécie de cigarrinha ocorre, sobretudo, em período úmido, porque a falta de umidade prejudica a formação da espuma, o que leva à morte das ninfas.

Devido ao seu hábito alimentar, a cigarrinha dificulta a absorção de água e nutrientes pelas raízes, com definhamento da planta. A Mahanarva fimbriolata também vive em outras gramíneas e age da mesma forma que nos canaviais. O ciclo evolutivo dura 40 dias: os insetos passam por 4 mudas e formam-se adultos que passam a viver na parte aérea das plantas, sugando os colmos da cana. Os machos têm coloração marrom avermelhada, sendo esta cor mais escura nas fêmeas (ambos têm escutelo, cabeça marrom esverdeada e medem cerca de 12 mm de comprimento), com os machos apresentando 4 manchas avermelhadas no terço apical das asas anteriores.

Prejuízos

Perdas causadas pela cigarrinha das raízes

- Extração de grande quantidade de água e nutrientes das raízes pelas ninfas;

- Redução do teor de açúcar nos colmos;

- Crescimento do teor de fibras;

- Aumento dos colmos mortos, o que diminui a capacidade de moagem;

- Alta do teor de contaminantes, o que dificulta a recuperação do açúcar e inibe a fermentação.


Para ajudar no manejo desta praga, a Bayer desenvolveu uma tecnologia voltada ao setor sucroenergético: o inseticida Curbix, que auxilia no controle da cigarrinha das raízes e apresenta diferenciais, como rápido efeito de choque, elevada eficácia e maior período de controle. Por ser um inseticida com baixa solubilidade e boa absorção no solo, Curbix oferece ação residual mais duradoura. Mais informações no site www.agro.bayer.com.br/produtos/curbix

Redator: Elfrides Júnior

Foto: Associação dos Fornecedores de Cana de Guariba-SP (Socicana)

Confira as principais formas de manejo da Cigarrinha

Para um manejo eficiente na cana é necessário diminuir a infestação, já que um maior período de convivência da praga acarreta maiores danos à plantação

Data de publicação: 01/04/2018

A cana-de-açúcar é a cultura mais importante do Brasil quando se trata da produção de açúcar e de biocombustível (etanol). A cultura é atacada por pragas que causam grandes prejuízos, em consequência da eliminação da queimada e do uso do corte mecanizado, que aumenta a quantidade de matéria orgânica no solo, criando um ambiente favorável para a proliferação da cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata).

Cigarrinha da Raiz - Praga da Cana
A Cigarrinha da Raiz, uma das principais pragas da cana, surge no período de chuvas

A espécie é encontrada com mais facilidade na cana soca, porém, em regiões com alta pressão populacional ou em áreas próximas às pastagens, como no Centro-Sul e em alguns estados do Nordeste brasileiro, pode-se encontrar o inseto até mesmo em cana planta. A cigarrinha pode provocar reduções de produtividade que variam de 25% a 60% na cana soca, e chegam a 12% na cana planta.

O clima apresenta grande influência na dinâmica populacional desta praga, pois no início da estação chuvosa ocorre a eclosão dos ovos, aumentando o número de indivíduos. O ciclo biológico da cigarrinha apresenta duração média de 60 dias, o que possibilita a presença de três a quatro gerações da praga a cada safra.

O crescimento da população de Mahanarva Fimbriolata, tanto na forma jovem como na adulta, causa danos à plantação: as ninfas sugam as raízes, retirando água e nutrientes, e os adultos se alimentam das folhas. As folhas acabam secando, como resultado da redução da taxa de fotossíntese e, consequentemente, acarretando em queda na produtividade e na qualidade da matéria-prima. A ação desta praga diminui o teor de açúcar nos colmos e aumenta o teor das fibras dos colmos mortos (reduzindo a capacidade de moagem), inibindo a fermentação.

A partir de técnicas de monitoramento e manejo integrado de pragas é possível controlar esta praga. Porém, alguns produtos começam o controle de forma efetiva somente de 15 a 20 dias após serem aplicados. Para obter um manejo eficiente é necessário um rápido efeito de choque, já que um período maior de convivência da praga com a planta gera mais danos na lavoura.

Para isso, a Bayer desenvolveu uma tecnologia voltada ao setor sucroenergético: o inseticida Curbix, que auxilia no controle da cigarrinha-da-raiz e apresenta vários diferenciais, como rápido efeito de choque, elevada eficácia e maior período de controle - oferecendo assim diversos benefícios ao produtor rural, visando aumentar a produtividade e a redução dos custos. Por ser um inseticida com baixa solubilidade e boa absorção no solo, Curbix tem o maior período de controle entre todas as tecnologias disponíveis e oferece ação residual mais duradoura

Redator: Elfrides Júnior

Foto:Universidade Federal da São Carlos (UFSCar)

Matriz de Curbix: o mapa da aplicação inteligente

Ferramenta exclusiva da Bayer ajuda o produtor a minimizar riscos com a Cigarrinha da Raiz

Data de publicação:
23/03/2018

O produtor deve iniciar a sua estratégia de combate à Cigarrinha da Raiz sabendo em quais áreas há maior risco de perda. Para ajudar o agricultor nesse controle, a Bayer desenvolveu uma abordagem eficaz no tratamento a uma das pragas mais prejudiciais à cultura de cana-de-açúcar. A Matriz de Curbix é uma ferramenta utilizada pela equipe técnica da Bayer para determinar as áreas da propriedade onde a praga pode causar mais prejuízo.

Existem diversas variedades de cana-de-açúcar e cada uma reage de modo diferente ao ataque da praga. A Matriz classifica as variedades que o produtor planta em “tolerantes”, “intermediárias” e “suscetíveis” à ação do inseto.

Outro fator é a época em que o produtor colhe a cana. A colheita da cana ocorre entre os períodos de março-abril e outubro-novembro. A cigarrinha-da-raiz eclode no período de outubro-novembro. As canas plantadas próximas ao período de eclosão da praga são plantas menos desenvolvidas e mais vulneráveis à ação da praga.

Por isso, a Matriz de Curbix cruza as três categorias de variedades de cana (“tolerantes”, “intermediárias” e “suscetíveis”) com as três épocas de colheita da cultura, (início, meio e final da safra), para calcular um fator de perda para cada situação. Com a Matriz na mão, o técnico da equipe Bayer indica para o produtor onde deve concentrar os seus esforços de controle do inseto.

Crédito: Frank Edwin Duurvoort

Ilustração: Bayer

Aplicação correta de Curbix maximiza resultados

Aplicar na hora certa, com pulverização terrestre otimiza a eficiência do produto

Data de publicação
22/03/2018

A Cigarrinha de Raíz precisa de água para se reproduzir. Por isso, a aplicação de Curbix deve ser feito no início das chuvas. O inseticida deve ter alto poder de choque para reduzir a população da praga rapidamente, em especial as ninfas da primeira geração. Além disso, o produto deve ter baixa solubilidade, já que será utilizado durante o período de chuvas, e ainda boa absorção no solo para oferecer ação residual mais duradoura. O etiprole, ingrediente ativo de Curbix, oferece ação rápida e possui o maior período de controle entre todas as tecnologias disponíveis para o manejo das cigarrinhas. Em geral, basta uma aplicação para se realizar o controle eficaz da praga.

Conheça a praga

A primeira geração da cigarrinha geralmente surge em outubro ou novembro, no início do período de chuvas. O inseto deposita dois tipos de ovos: os normais, que nascem dali a 20 dias, aproximadamente, desde que haja água em abundância e temperatura elevada, e os diapáusicos, que eclodem depois de 210 dias e em um volume mínimo de água 70 mm. Ao todo, são três gerações de cigarrinha por safra. É por essa razão que o produtor deve centrar fogo na primeira geração. Com um bom combate inicial, o produtor diminui a população das gerações subsequentes. Mas o agricultor precisa logo porque os ovos dessa primeira geração são 90% normais e, portanto, vão eclodir em pouco tempo.

Fique de olho

O produtor também precisa estar atento ao surgimento da primeira geração, que tem eclosão discreta. Para contar o número de adultos e ninfas das raízes deve-se afastar com cuidado a palha da base das plantas para que se possa visualizar os pontos de espuma. O nível de controle é dado em função do desenvolvimento da cultura no momento do aparecimento da praga. As canas cortadas no início e meio de safra toleram uma infestação maior que as canas colhidas no final de safra. É recomendável fazer a aplicação quando houver de 10 a 12 ninfas por m2 quando for no início ou meio da safra, e de 3 a 4 ninfas por m2 quando for no fim da safra.

Crédito: Frank Edwin Duurvoort – Agro Bayer

Foto: Fotokostic/Shutterstock

Aplicação correta de inseticidas Bayer otimiza combate a pragas

Aplicar na hora certa maximiza a eficiência de Curbix, Certero e Belt

Data de publicação:
14/03/2018

Pragas da Cana-de-Açúcar

A Cigarrinha de Raiz e a Broca do Colmo são as duas principais pragas da cana-de-açúcar. Canaviais atacados pela cigarrinha podem sofrer perdas de produtividade de até 80%. As mais recentes pesquisas científicas apontam para uma redução na produtividade de colmos entre 1,21% e 2,9 para a cada 1% de intensidade de infestação de broca. Além disso, tanto a cigarrinha quanto a broca reduzem significativamente a qualidade da cana entregue na usina, com forte impacto no valor que produtor recebe pela tonelada.

O portfolio Bayer de inseticidas para a cana-de-açúcar tem ação eficaz contra a cigarrinha-de-raiz e a broca do colmo. Confira os períodos de aplicação destes produtos:

  • Curbix:Com seu alto poder de choque, Curbix oferece um controle eficaz da cigarrinha-de-raiz ao reduzir rapidamente a população de ninfas. Por ser um inseticida com baixa solubilidade e boa absorção no solo, Curbix oferece ação residual mais duradoura. Tem o maior período de controle entre todas as tecnologias disponíveis. Em geral, basta uma aplicação, de preferência terrestre, que deve ser realizada no início do período de chuvas, entre outubro e novembro.

  • Belt:Inseticida de amplo espectro de ação, Belt tem alta eficácia principalmente contra lagartas de difícil controle, como a broca do colmo. É um inseticida de atuação seletiva, o que ajuda a proteger a lavoura e a longevidade da tecnologia Bt. Para melhores resultados no controle da broca, Belt deve ser usado em rotação com Certero. Realizar uma aplicação por ciclo do cultivo, entre outubro e novembro ou caso a infestação atingir 3% da amostra de colmos.

  • Certero:Inseticida fisiológico, indicado para o controle da broca do colmo em rotação com Belt. Deve ser aplicado 60 ou 70 dias após a aplicação de Belt, caso necessário.

Crédito: Frank Edwin Duurvoort – Agro Bayer

Foto: Florent Rols/Shutterstock

Data de publicação
20/03/2018

A cigarrinha de raiz é uma grande ameaça à produtividade do canavial

Com a expansão das áreas de colheita sem queima, aumenta o potencial destrutivo da praga

Data de publicação:
19/02/2018


Cigarrinha das Raízes – Como evitar


Cigarrinha das Raízes – Como evitar

A chuva que aconteceu no final de setembro era por muitos aguardada, pois dela dependem uma serie de atividades que o agricultor realiza ao longo da sua jornada.

As chuvas propiciam condições favoráveis para ocorrência e aumento da infestação das principais pragas da cana no campo, por exemplo, a cigarrinha-das-raízes. Nesse período o agricultor começa a se preocupar com uma serie de fatores relacionados ao controle dessa praga, como: Em qual momento devo controlar a praga? Qual produto vou utilizar? Qual a tecnologia de aplicação mais adequada?

A cigarrinha-das-raízes é uma das principais pragas da cultura da cana devido à área de ocorrência e o potencial de perda. Canaviais atacados pela cigarrinha-das-raízes podem reduzir em até 80% sua produtividade além da redução na qualidade da matéria-prima e consequentemente o valor recebido pela tonelada de cana entregue na usina.

O controle eficiente da cigarrinha-das-raízes depende de uma série de fatores como: época de aplicação, modalidade de aplicação, época de corte do canavial, variedade cultivada, produto utilizado, etc.

O controle da cigarrinha-das-raízes deve ocorrer na primeira geração da praga no campo o que normalmente ocorre entre outubro e novembro. Os adultos da primeira geração colocam predominantemente ovos normais enquanto as gerações seguintes já iniciam a postura de ovos diapaúsicos. Desse modo quando controlamos a praga na primeira geração evitamos o enriquecimento do banco de ovos diapaúsicos no solo, reduzimos a pressão de infestação da segunda e terceira geração no campo e também reduzimos a convivência do cultivo com a praga e consequentemente alcançamos maiores produtividades e um controle mais eficiente.

Outro aspecto importante que deve ser levado em consideração para um manejo eficiente dessa praga é a época de colheita do canavial. É sabido que os canaviais colhidos em inicio de safra são mais tolerantes ao ataque da praga que os canaviais colhidos no meio e final de safra, isso se deve a maior capacidade de suportar o ataque da praga dos canaviais de inicio de safra em função da maior quantidade de biomassa acumulada no momento em que a praga inicia da sua infestação no campo.

Mais recentemente um novo fator que interfere no manejo da praga foi inserido na recomendação para um manejo mais eficiente, a variedade cultivada! Trabalho realizado com 29 variedades cultivadas no Brasil demonstrou que as variedades têm tolerâncias ao ataque da praga muito diferentes entre si. A combinação entre época de corte e variedade cultivada possui diferentes potenciais de perda devido ao ataque da praga e por isso devemos adotar diferentes estratégias de controle para cada situação.

Em função de novos conhecimentos acumulados sobre o manejo da praga nos últimos anos desenvolvemos a Matriz de Curbix para o manejo de cigarrinha-das-raízes onde propomos um manejo customizado para cada agricultor utilizando para isso a época de corte e a variedade cultivada na propriedade visando alcançar um manejo mais eficiente da praga e aumentar a produtividade.

Crédito: Antonio Soares – Consultor de Desenvolvimento de Mercado
Foto: Paulo Villela/Shutterstock

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