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Fox® Fungicida

Detalhes do Produto

Classe

Fungicida

Embalagens Comercializadas

1 x 20 L, 4 x 5 L

Formulação

SC

Ingrediente Ativo e Concentração

Trifloxistrobina 150 g/L, Protioconazole 175 g/L

Modo de Ação

Mesostêmico e sistêmico

Fox Fungicida

Pense de primeira. Durante o plantio da sua lavoura, as preocupações com os ataques das doenças o mantém sempre em alerta, mas com Fox você controla as principais doenças da soja como a ferrugem, a antracnose, o oídio e a mancha alvo. É a proteção que barra as doenças e libera o seu potencial produtivo. 

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Quer ganhar minha confiança? Ganha no resultado, não na conversa!

Não tem essa de que talvez surjam doenças no final do ciclo, ou, deixe o fungicida bom para depois.

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Algodão

Com Fox você deixa a ramulária e as doenças do lado de fora do algodão.

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Feijão

Com Fox você deixa a ferrugem e as doenças do lado de fora do feijão.

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Milho

Com Fox você deixa a ferrugem e as doenças do lado de fora do milho.

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Soja

Com Fox você deixa a ferrugem e as doenças do lado de fora da soja.

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Trigo

Com Fox você deixa a ferrugem e as doenças do lado de fora do trigo.

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A Bayer possui revendas em todo o país.

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Por que as primeiras aplicações de fungicida são essenciais para a safra?

O uso de produtos de qualidade nessas fases do ciclo aumenta a eficiência do programa de controle de doenças da soja.

Data de publicação:
25/07/2018

Mancha-Alvo na Soja
Sintomas de mancha-alvo na soja.

A produção de soja no Brasil atravessa um bom momento, porém ainda são comuns os casos em que o planejamento equivocado no controle de doenças resulta em perdas financeiras. A busca por economia ou falta de informação são os principais responsáveis por esse cenário, que costuma custar caro aos produtores. Muitas vezes, eles esperam aparecer os primeiros sinais de doenças para, só então, iniciar a aplicação de fungicidas. E isso acaba em menor eficiência de controle e queda de produtividade.

De acordo com pesquisadores, as primeiras aplicações são essenciais, pois nesse momento a quantidade de inóculo é baixa e o dossel das plantas ainda está aberto, permitindo uma boa cobertura. Assim, a utilização de produtos de ação ampla nessa fase é muito importante. A medida que o ciclo da cultura avança, ocorre o fechamento das entre linhas e, com isso, o chamado efeito guarda-chuva, dificultando que as folhas do baixeiro, onde as doenças iniciam, recebam a quantidade adequada de fungicida.

Após a primeira aplicação, com um fungicida de qualidade e associado ao adjuvante, na hora certa e na dosagem recomendada, as demais devem respeitar intervalos ao redor de 14 dias. A segunda aplicação também é fundamental, pois ocorre na transição do estado vegetativo para o reprodutivo, quando já houve o fechamento das entre linhas, dificultando a penetração de fungicida no baixeiro nas próximas aplicações. Apesar disso, é comum alguns agricultores guardarem os produtos mais eficientes para o final do ciclo, o que pode resultar em menor retorno financeiro.

Mancha-Parda e Cercosporiose - Soja
Doenças afetando o baixeiro da soja (mancha-parda e cercosporiose)

Outro aspecto importante são as práticas de manejo da resistência de fungos a fungicidas para aumentar a vida útil das moléculas. Tem sido notória nos últimos anos a queda na eficiência de alguns produtos. Práticas como resistência genética, respeitar o vazio sanitário, eliminação da soja guaxa/tiguera na entressafra, aplicar preventivamente, utilizar as doses corretas, fazer intervalos adequados entre aplicações e usar boa tecnologia são importantes para retardar a seleção de fungos resistentes. Por isso, a iniciativa De Primeira, Sem Dúvida (www.deprimeirasemduvida.com.br), da Bayer, acompanha de perto as safras a fim de detectar os resultados dos produtores e, com suas pesquisas, aliadas às boas práticas no campo, trabalha para garantir a força da soja brasileira.

Nédio Tormem

Nédio Tormem

Engenheiro Agrônomo, Mestre em Fitopatologia, Doutorando em Fitopatologia (Universidade de Brasília) e colaborador do Instituto Phytus na área de fitopatologia e pesquisador da iniciativa De Primeira, Sem Dúvida (www.deprimeirasemduvida.com.br) da Bayer na estação de Planaltina – DF.

 

Acerte no alvo o posicionamento das suas aplicações

O atraso da primeira aplicação de fungicidas em soja tem sido um dos principais fatores responsáveis pela redução no controle de mancha-alvo

Data de publicação:
16/07/2018

A ocorrência cada vez mais frequente e severa da mancha-alvo (Corynespora cassiicola) é uma ameaça às lavouras de soja em algumas regiões do Brasil. Áreas de soja nos estados de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Maranhão e Piauí tem sido as mais severamente atacadas.

As perdas médias têm oscilado entre 15 e 25% na maioria das lavouras, podendo variar em função do momento de início, suscetibilidade da cultivar, condições de clima favorável, dentre outros fatores.

Os sintomas mais característicos e de maior importância ocorre nas folhas, especialmente nos terços inferior e médio. As lesões iniciais são pequenas manchas escuras arredondadas que evoluem em tamanho, se tornando semelhantes a um “alvo”, geralmente de coloração pardo avermelhada.


O controle efetivo dessa doença tem passado pelo uso de fungicidas. A seleção de moléculas eficazes contra essa doença tem sido chave para resultados positivos.

No entanto, não só a escolha do fungicida é fator decisivo, o momento de início das aplicações aliado a intervalos de aplicação seguros são também fatores chave. Dentro desse contexto, um dos fatores que mais prejudicam a eficácia dos fungicidas é o atraso no início das aplicações.

Como o fungo pode vir da semente ou dos restos culturais, a doença normalmente inicia precocemente ainda nos estádios vegetativos próximo ao fechamento da entrelinha. Quando o dossel fecha, as condições de microclima se tornam mais favoráveis e a doença se torna mais severa podendo causar grandes níveis de desfolha.

Conforme os dados apresentados no Gráfico 1, percebe-se que a eficácia do mesmo fungicida pode cair drasticamente quando a aplicação é realizada tardiamente após os primeiros sintomas, comparado a aplicação antecipada de forma preventiva. Neste exemplo, os primeiros sintomas da mancha-alvo foram detectados no estádio R1 da soja.

Tais resultados ocorrem principalmente para os fungicidas do grupo das estrobilurinas e carboxamidas, os quais se mostram altamente dependente de posicionamento preventivo. A baixa mobilidade desses fungicidas na planta é um dos fatores responsáveis pela redução de eficácia após a penetração do patógeno. Triazóis ou triazolintione na mistura melhora a ação do tratamento devido a esses fungicidas apresentarem uma maior sistemicidade nos tecidos e efeito curativo sobre possíveis lesões latentes.

Outro aspecto que afeta fortemente estes resultados é a maior deposição de gotas alcançada pela tecnologia de aplicação em aplicações antecipadas ao fechamento da entrelinha. A efetividade de um fungicida é dependente da chegada de doses letais do ingrediente ativo nos tecidos. A dose letal está relacionada ao número de gotas que são depositadas. Assim, após o fechamento do dossel, a sobreposição das folhas, o chamado “efeito guarda-chuva” faz com menos gotas cheguem até as folhas do baixeiro. Isso pode reduzir drasticamente a ação do fungicida sobre o patógeno possibilitando que a doença evolua.

Nesse contexto, nota-se que mesmo que um fungicida seja aplicado preventivamente antes da doença, o controle pode ser baixo, caso a deposição de gotas seja deficiente. Tal fato pode ocorrer porque pouco produto nas folhas não garante residual, ou seja, mesmo após a aplicação as folhas continuarão desprotegidas.

Isso tem muita relevância quando falamos de manchas foliares, visto que o patógeno se encontra na palhada e atingirá inicialmente as folhas inferiores onde surgem os primeiros sintomas.

Assim, o início assertivo das aplicações aliado a intervalos seguros entre aplicações serão fatores decisivos para um eficiente controle da mancha-alvo na soja.

Figura 3. Eficiência de controle de mancha-alvo na soja pela aplicação do mesmo fungicida em diferentes momentos.

Fonte: Tormen et al. (2018), Instituto Phytus, Planaltina/DF.

Referências

Tormen, NR; Blum, LEB; Balardin, RS. Alvo na mira. Cultivar Grandes Culturas, n.223, 2018.

Autor: Dr. Leandro Marques (Pesquisador), Instituto Phytus

Fontes: Phytus Club e Instituto Phytus

Adubação verde e os benefícios para o produtor

O uso sucessivo de adubos verdes aumenta a matéria orgânica do solo e melhora a disponibilidade de nutrientes para as próximas lavouras

Data de publicação:
06/04/2018

Adubação Verde – Melhorias no Solo
Entre as vantagens da adubação verde está a proteção dos organismos presentes no solo

O sistema de plantio direto (SPD), que mantém os resíduos culturais na superfície do solo, constitui uma importante técnica para a manutenção e recuperação da capacidade produtiva de solos. O preparo do solo é uma etapa crucial antes do plantio e propicia a melhoria das propriedades químicas, físicas e biológicas, visando aumentar o seu potencial produtivo. Entretanto, o uso intensivo do solo pode predispô-lo à formação de camadas compactadas, reduzindo a estabilidade dos agregados e aumentando a propensão à perda de solo. Entre as consequências diretas da compactação do solo estão a redução da porosidade e da infiltração de água, e o aumento da resistência à penetração de raízes.

Uma estratégia que vem se tornando cada vez mais comum é a adubação verde, que utiliza os restos culturais em sistemas de rotação. A eficácia desse método está relacionada, entre outros fatores, com a quantidade e qualidade de resíduos produzidos pelas plantas, com as diferentes velocidades de decomposição da matéria utilizada e com a persistência destes resíduos sobre o solo. O objetivo da adubação verde no SPD com rotação de culturas é aumentar o incremento dos teores de matéria orgânica, melhorando a disponibilidade de nutrientes para as lavouras subsequentes. A biomassa vegetal residual contém alguns nutrientes, sendo a maior parte de sua composição constituída por carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio. Estes são componentes essenciais das plantas que precisam ser continuamente ciclados no solo. Por isso, depois da colheita, as lavouras necessitam ter cobertura vegetal planejada para melhorar a estrutura do solo.

Acompanhe também vídeos especiais do Desafios da Soja - acesse e confira!

Entre as vantagens da adubação verde e a rotação de culturas destacam-se o mínimo revolvimento da terra, que protege os organismos do solo, enquanto a rotação de culturas é primordial para que a maior variedade de organismos possa se desenvolver no solo, aumentando as interações no ambiente solo-planta. A médio e longo prazos, o agricultor que utiliza a prática de adubação verde utilizando os resíduos culturais em um SPD de qualidade, obterá ainda, acúmulo de água e melhoria na agregação do solo, acúmulo de matéria orgânica e consequente menor compactação, interações entre pragas e predadores, redução de doenças, nematoides, pragas e plantas daninhas, incremento no uso de fertilizantes, e, principalmente, aumento da produtividade.

Assim, a manutenção da cobertura permanente - viva e ou morta, está intimamente ligada à rotação de culturas e a adubação verde. Este sistema necessita ser adaptável a cada situação e região, como no uso das culturas comerciais (soja e milho) que ainda podem ser intercaladas com culturas de cobertura e adubação verde (crotalárias, feijão-guandu ou uso de gramíneas em sistemas de integração nas regiões mais quentes) para a manutenção de nutrientes no solo, que estarão disponíveis para a próxima cultura.

Redator: Evandro Alves Vieira

Foto: Embrapa

Cuidados na colheita e distribuição da palha de soja

Manejo adequado da palha de soja evita a proliferação de doenças e minimiza os problemas com o ataque de fungos na lavoura

Data de publicação:
05/04/2018

Palha da Soja – Cultura de Soja
Palha da Soja – Cultura de Soja

Nas áreas que utilizam o sistema de plantio direto é preciso manejar de forma adequada os restos culturais para servir de cobertura para o solo. O manejo mecânico da palhada da soja começa na operação de colheita, já que o seu fracionamento e distribuição no interior da colhedora são de fundamental importância para o funcionamento correto da semeadora. A quantidade de palha na superfície do solo determinará o peso necessário por linha de semeadura, viabilizando o corte da palha e a preparação do leito de semeadura. A distribuição uniforme de palha também determinará a velocidade de deslocamento da semeadora para uma semeadura de qualidade, garantindo a qualidade da cultura seguinte.

Acompanhe também vídeos especiais do Desafios da Soja - acesse e confira!

A distribuição de nutrientes, depois da mineralização do material orgânico da palha no solo também é condicionada ao seu manejo. A distribuição desuniforme da palha, ou em faixas, pode causar acúmulo de nutrientes ou falta dos mesmos em diferentes pontos. Essa distribuição irregular é indesejável, já que a palha pode conter de 3 a 5% de minerais e de pouco adianta adotar práticas de agricultura de precisão com taxas variáveis de nutrientes. Além disso, é importante que essa palha esteja bem distribuída sobre o solo para evitar a ocorrência de locais com acúmulo, podendo causar emergência irregular de plântulas, áreas mais suscetíveis à erosão, maior emergência de plantas daninhas e, principalmente, multiplicação de algumas pragas que atacam as culturas.

O acúmulo de palha de uma cultura anterior combinada ao solo compactado dificulta a drenagem da água da chuva, deixando a palha e o solo encharcados. Em altas temperaturas, a palha molhada favorece a proliferação de fungos do solo, que se desenvolvem rapidamente nos restos culturais. A partir da propagação dos fungos, a lavoura de soja pode ser totalmente comprometida estando suscetível ao tombamento.

O tombamento é uma doença causada pelos fungos Rhizoctonia solani e Sclerotium rolfsii, que são habitantes naturais de todos os solos cultivados das regiões tropicais. A doença é caracterizada pela murcha e seca das plântulas de soja, do início a 30-35 dias após a emergência. Geralmente, o tombamento ocorre em reboleiras, sendo mais frequentemente observado nas margens das lavouras, nas áreas mais compactadas e na parte inferior das curvas de nível, acima dos terraços, onde a água da chuva se acumula.

A proliferação do fungo Sclerotium rolfsii ocasiona uma podridão mole, aquosa, que geralmente se inicia logo ao nível do solo. As plântulas afetadas murcham e secam e, ao serem puxadas, rompem-se com facilidade na parte infectada. O sintoma provocado pelo ataque do fungo Rhizoctonia solani inicia-se por estrias castanho-avermelhadas na raiz, que se expandem e resultam em podridão seca e coloração castanha a castanho-avermelhada. Também é comum ocorrer o estrangulamento da raiz abaixo do nível do solo, com contornos cor de vinho, resultando em murchamento com dano parcial ou morte das raízes.

Para minimizar os problemas com o ataque de fungos e a incidência de doenças, além do manejo adequado da palhada com distribuição uniforme no solo, pode-se utilizar a rotação de culturas para minimizar o problema. Mas a aplicação adequada de um fungicida pode prevenir a proliferação de patógenos e evitar perdas significativas na produção. Fox é um fungicida sistêmico que une ingredientes ativos que impedem a proliferação de fungos na palha da soja. Além disso, a tecnologia da Bayer apresenta considerável espectro no controle da ferrugem, oídio, antracnose, mancha alvo e mela. Como efeito diferencial, Fox apresenta ação preventiva e curativa, com combinação única de ativos para atender a rotação de culturas. É a proteção que barra as doenças e ainda libera o potencial produtivo da lavoura.

Redator: Evandro Alves Vieira

Foto: Sociedade Nacional de Agricultura (SNA)

Doenças da soja no Brasil

Mancha alvo: Corynespora cassicola

Data de publicação:
29/01/2018

A mancha-alvo (Corynespora cassiicola) é uma doença que vem elevando sua ocorrência safra após safra.

A região centro-oeste do Brasil (MT, GO, MS), TO e BA apresentam um elevado risco de ocorrência da doença.

Doenças da soja no Brasil – Mancha-Alvo
Doenças da soja no Brasil – Mancha-Alvo

Causada por fungo necrotrófico, a mancha-alvo causa lesões circulares e pequenas com halo amarelo e um ponto negro no centro.

Os sintomas podem ser detectados em praticamente toda planta, porém são mais facilmente observados nas folhas.

Altas populações de plantas favorecem o patógeno. Em condições de intensa precipitação ou alta umidade, associado à sensibilidade da cultivar, as lesões coalescem, necrosando grande área do limbo foliar.

Estratégias de manejo

  • Resistência varietal.
  • Sementes livres do patógeno.
  • Tratamento de sementes.
  • Aplicação de fungicidas na parte aérea.
  • Rotação/sucessão de culturas com gramíneas e espécies não hospedeiras.

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Doenças da soja no Brasil

Ferrugem (Phakopsora pachyrhizi)

Data de publicação:
29/01/2018

Condições favoráveis para o estabelecimento da praga

Longos períodos de molhamento foliar, associados a temperaturas entre 17 a 28 graus favorecem a infecção do patógeno.

A germinação e penetração do fundo requerem água livre sobre o tecido foliar e temperatura adequada. As urédias aparecem 9 a 10 dias após a infecção do tecido.

A soja é suscetível à contaminação em todos estádios de desenvolvimento, mas os sintomas aparecem preferencialmente no estádio reprodutivo.

Sintomas

Iniciam-se os sintomas nas folhas por pequenas pontuações de coloração castanho-clara a marrom. Com a evolução das lesões e o aumento do número de pústulas, ocorre crestamento foliar.

Na parte abaxial da folha ocorre a esporulação do fungo, podendo ser verificada na face adaxial da folha em condições de alta umidade.

Em altas severidades, observa-se o amarelecimento foliar, seguido de queda prematura de folhas. A coloração das lesões depende da interação entre genótipo da soja e a raça do patógeno.

Controle

Aplicação de fungicidas triazóis e estrobilurinas e manejar a época de semeadura.

Doenças da soja no Brasil -  Risco de Ocorrência
Doenças da soja no Brasil - Risco de Ocorrência

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Na busca por campeões

Bayer lança o concurso “Soja de Primeira” para produtores clientes

Data de publicação:
17/11/2017

O 10 Desafio Nacional de Máxima Produtividade, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), é referência em manejo e produtividade em soja. O evento vem ganhando adeptos ano após ano e nesta edição ganha um atrativo a mais: o concurso "Soja De Primeira", uma iniciativa inédita da Bayer que premia produtores e seus consultores em cinco regiões do país.

O produtor e seu consultor devem estar inscritos no 10 Desafio Nacional de Máxima Produtividade para participar do "Soja De Primeira". Além disso, precisam seguir os regulamentos do CESB e do "Soja De Primeira". A inscrição é gratuita para clientes Bayer, desde que cadastrados por um RTV da empresa.

Para o produtor qualificar como participante do "Soja De Primeira", é requisito obrigatório usar o fungicida Fox na primeira e segunda aplicação e também mais um produto Bayer na sua lavoura: CropStar, Certero, Belt, Larvin, Oberon, Connect, PodiumEW, Finale, Liberty, Sphere Max ou Veritas. Os produtos precisam ser adquiridos em distribuidores autorizados Bayer. O CESB fará a auditoria das propriedades inscritas.

Serão premiados os produtores que alcançarem as melhores marcas de produtividade nas cinco regiões da competição "Soja De Primeira": Sul (RS e SC), Centro Sul (PR e parte do MS), Centro (SP e parte de MG), Cerrado Oeste (MT, RO, AC e parte do PA) e Cerrado Leste (BA, MA, PI, TO, GO, DF, AM, AP, RR, e partes de MG, MS e PA). A Bayer divulgará em breve o regulamento da competição "Soja de Primeira".

Bayer e CESB no Desafio

A Bayer é patrocinadora Master do CESB. Além de promover a competição "Soja de Primeira" na edição do Desafio desta safra, a empresa e o CESB pretendem realizar diversas iniciativas técnicas durante a segunda fase da competição. CESB e Bayer esperam levar ao campo oportunidades de treinamento, palestras, seminários e outras ações que ajudam o produtor a colher melhores resultados. Além disso, oferecem informações detalhadas sobre as técnicas utilizadas pelos campeões para alcançar os índices de produtividade que obtiveram, num esforço de difusão de conhecimento, tecnologias e melhores práticas junto ao sistema produtivo do cultivo.

Para saber mais sobre o Desafio Nacional de Máxima Produtividade CESB, Clique aqui para ler matéria da Rede AgroServices.

Crédito: Frank Edwin Duurvoort – Agro Bayer
Foto: Andreia Durante/Shutterstock

Fox com multissítios é a melhor opção contra a resistência

A Bayer recomenda o manejo para garantir a sua produtividade e oferece dicas para você ter mais sucesso no controle de doenças da soja.

Data de publicação:
24/10/2017

Para a maioria dos especialistas, a ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) é a doença mais grave a incidir sobre a cultura da soja hoje em dia, gerando perdas superiores a 50% em algumas regiões. O aumento de incidência de casos de resistência a fungicidas de modo de ação específica agrava ainda mais a situação. A Bayer foi pioneira em apoiar os órgãos de pesquisa agronômica na recomendação de fungicidas de modo de ação específica com fungicidas multissítio no plano manejo.

O posicionamento das aplicações e dos fungicidas também são fundamentais para o manejo da resistência. Embora os sintomas da ferrugem sejam mais frequentes no enchimento de grãos, suas infecções podem se iniciar na fase vegetativa, paralelamente às manchas foliares, antracnose e oídio. Uma primeira aplicação antes do fechamento das entrelinhas, com fungicidas eficazes, resulta em diferenças de rendimento, possíveis atrasos nesta primeira aplicação podem resultar em perdas para o agricultor, diferenças essas que podem ser acompanhadas no nosso site www.deprimeirasemduvida.com.br. Lá, os principais pesquisadores do Brasil mostram resultados das últimas safras e fazem monitoramento em tempo real das condições de campo e do desenvolvimento da cultura da soja.

Além do uso de ferramentas multissítio é fundamental considerar também a importância das outras estratégias no gerenciamento fitossanitário, como a resistência genética, o vazio sanitário e a eliminação da soja guaxa/tiguera na entressafra e o respeito aos intervalos apropriados entre aplicações. O produtor também precisa utilizar uma tecnologia de aplicação que realmente permita boa distribuição dos fungicidas.

FOX e Sphere Max são ferramentas fundamentais para os agricultores brasileiros que buscam o sucesso no programa de controle de doenças na cultura da soja.

Crédito: Marcos Dallagnese, Gerente de Marketing Estratégico Fungicidas / Bayer Crop Science
Foto: Paulo Vilela/Shutterstock

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Folheto de Doenças