Atenção: Você está no site Agro Bayer Brasil. O conteúdo deste site é destinado a agricultores e demais profissionais do setor agrícola.

 
Find a solution
Find a label

Onde Comprar

Não há resultados.

Oberon® Inseticida e Acaricida

Detalhes do Produto

Classe

Inseticida e Acaricida

Embalagens Comercializadas

12 x 1L, 4 x 5L

Formulação

SC

Ingrediente Ativo e Concentração

Espiromesifeno 240 g/L

Modo de Ação

Contato e Ingestão

Oberon

Oberon é um inseticida/acaricida de contato e ingestão do grupo químico cetoenol, indicado para o controle de moscas-brancas e ácaros nas culturas do algodão, feijão, melão, soja e tomate.

Video Thumbnail Video Thumbnail

Prejuízos Causados pela Mosca Branca

Saiba como reduzi-los

Video Thumbnail Video Thumbnail

Monitoramento da Mosca-Branca no Algodão

Oberon, uma excelente ferramenta no controle das fases jovens da Mosca-Branca, entre outras pragas.

/-/media/bcs-inter/ws_brazil/single-card/oberon_soja.png?usecustomfunctions=1&centercrop=1

Soja

Oberon em conjunto com Connect em todas as fases da mosca-branca.

/-/media/bcs-inter/ws_brazil/single-card/oberon_tomate.png?usecustomfunctions=1&centercrop=1

Tomate

O prejuízo causado pela mosca-branca pode abalar a qualidade do seu tomate.

/-/media/bcs-inter/ws_brazil/single-card/oberon_feijao.png?usecustomfunctions=1&centercrop=1

Feijão

Controla a praga desde o início e mantém a rentabilidade de sua cultura.

/-/media/bcs-inter/ws_brazil/single-card/oberon_algodao.png?usecustomfunctions=1&centercrop=1

Algodão

É preciso estar sempre atento. Utilize Oberon no combate à praga.

Onde Comprar

A Bayer possui revendas em todo o país.

Nenhum resultado encontrado.
Nenhum resultado encontrado.

Benefícios de Oberon na lavoura de soja

Uso adequado de tecnologias de aplicação e de produtos eficientes protege a cultura da semeadura à colheita, o que favorece maior vigor da lavoura

Data de publicação:
20/03/2018

As lavouras de soja estão sujeitas ao ataque de diferentes espécies de insetos e ácaros que podem se transformar em pragas, dependendo do nível de infestação. E quando atingem populações elevadas, são capazes de causar perdas no rendimento da cultura e, por isso, necessitam ser controlados. A mosca-branca (Bemisia tabaci), por exemplo, já é conhecida dos produtores de soja, como uma das principais pragas que causam danos significativos nas lavouras, representando uma ameaça também como vetor de viroses.

Na cultura da soja, o dano direto da mosca-branca é causado tanto pelas ninfas como pelos insetos adultos, que ao se estabelecerem na face inferior da folha sugam a seiva, podendo causar manchas amareladas, murchamento e, posteriormente, queda das folhas. Como dano secundário, a mosca-branca excreta um “melado” que favorece o desenvolvimento de fumagina, um fungo negro que cresce sobre as folhas, escurecendo-as e prejudicando a realização da fotossíntese. Além disso, este inseto é vetor de vários grupos de vírus que podem causar danos relacionados à transmissão de viroses, caracterizados pelo nanismo severo, enrolamento de folhas, intensa clorose e diminuição da produção de grãos.

Outra praga muito comum que afeta as plantações de soja são os ácaros. As populações se desenvolvem na soja geralmente em condições de seca e períodos de temperatura elevada, atacando inicialmente as bordas das lavouras. Os sintomas mais comuns de danos nas folhas são coloração prateada ou esbranquiçada. Os ácaros se alimentam do conte, podendo causar a queda prematura das folhas e ainda perdas econômicas na produção.

Ácaros - diminuição da Produtividade de Soja

Com o Manejo Integrado de Pragas (MIP), a partir do uso adequado de tecnologias de aplicação e de produtos modernos e eficientes, é possível proteger a cultura da semeadura à colheita, tendo acesso a lavouras com maior vigor e melhor estabelecimento. Como solução para isso, a Bayer disponibiliza Oberon, um inseticida/acaricida que apresenta diversos benefícios para o agricultor no manejo e controle de mosca-branca e ácaros:

  • 1) Alta eficiência sobre ovos, ninfas e fecundidade de insetos e ácaros adultos;
  • 2) Inibe a biossíntese de lipídios e interfere na oviposicão das fêmeas;
  • 3) A ação do produto provoca deformação e infertilidade nos ovos, colaborando na redução da população de insetos e ácaros adultos;
  • 4) Alta eficiência nas fases ninfais N1, N2 e N3 na mosca branca e nas fases ninfais protoninfa e deutoroninfa nos ácaros;
  • 5) Adesão a camadas cerosas da planta e rápida penetração do produto nas folhas, onde são formados pequenos depósitos do seu eficiente ingrediente ativo;
  • 6) Baixo risco de lavagem por chuvas e boa seletividade aos inimigos naturais.

Além de ser uma das melhores opções na prevenção e controle de pragas, Oberon obteve, ainda, recomendação inédita no relatório "Tecnologias de Produção de Soja", publicado pela Embrapa Soja. Para que a proteção do produto seja efetiva, é fundamental seguir as orientações de manejo para obter o sucesso da safra. Os produtores rurais devem se atentar ao emprego de todos os recursos disponíveis para a aplicação correta dos produtos e com a dose recomendada para solucionar o problema e, consequentemente, proteger a cultura. Além disso, a Bayer também oferece serviços através da rede de programa de pontos como tecnologia de aplicação e outros que podem auxiliar o produtor a obter um maior retorno de seus investimentos.

Mais informações no site: www.agro.bayer.com.br/produtos/oberon

Redator: Evandro Alves Vieira

Foto:Agro Bayer

Conheça o impacto dos ácaros na produtividade da soja

Ácaros diminuem a eficiência das plantas de soja, o que resulta na queda da produtividade da cultura e causa danos econômicos ao agricultor

Data de publicação:
12/03/2018

Ácaros – Diminuição da Produtividade da Soja
Identificar o tipo de ácaro auxilia no manejo e ainda reduz a população de pragas

Atualmente o Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de soja, atrás apenas dos Estados Unidos. De acordo com a Conab, na safra 2016/2017, a cultura ocupou uma área de 33,9 milhões de hectares, totalizando uma produção de 114,07 milhões de toneladas. Durante todo ciclo de desenvolvimento, a cultura da soja é suscetível ao ataque de diferentes herbívoros, que podem causar danos econômicos para a cultura. A soja é afetada por diversos problemas fitossanitários, entre eles o ataque de ácaros fitófagos, que podem atingir grandes extensões das lavouras, com altos níveis de infestação.

O ataque de ácaros na soja é condicionado a fatores climáticos, mas o manejo fitossanitário pode interferir na severidade de ataque da cultura. Há registros no Brasil da ocorrência do ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus, e espécies da família Tetranychidae: o ácaro-rajado Tetranychus urticae, os ácaros vermelhos T. desertorum, T. ludeni e T. gigas, e ainda do ácaro-verde Mononychelus planki. Os ácaros podem ser encontrados na soja durante todo o ciclo, porém ataques mais intensos do ácaro-branco ocorrem na fase de crescimento da planta e as demais espécies causam danos mais severos a partir do florescimento.

O ácaro-rajado ocorre em pequenas reboleiras na lavoura onde se observam colônias densas com presença de teia na face inferior das folhas. Na face superior das folhas atacadas, são observadas, inicialmente, pequenas regiões cloróticas que aumentam de tamanho e tornam-se amareladas e, posteriormente, bronzeadas. Por outro lado, o ácaro-verde tem distribuição mais uniforme na lavoura, e os sintomas de seu ataque são pontuações claras que deixam a folha com coloração acinzentada.

Já os ácaros vermelhos apresentam importância secundária e os sintomas de ataque desses são semelhantes aos do ácaro-rajado. E o ácaro branco, de coloração branco-leitosa, não produz teia, se desenvolve melhor em períodos chuvosos e ataca principalmente brotos e folhas novas. As plantas atacadas pelo ácaro-branco apresentam deformidade nas folhas, com pecíolos e legumes de coloração marrom.

Ácaros induzem à menor eficiência fotossintética das plantas de soja e, em casos de maior severidade, provoca a antecipação na senescência de folhas, prejudica o crescimento das vagens e o enchimento dos grãos, resultando na redução da produtividade da cultura. Neste contexto, é importante identificar os ácaros para aprimorar as estratégias de manejo, além da escolha de inseticidas para o manejo de pragas da soja. Sendo assim, é desejável o uso de produtos que reduzam a população de ácaros ou que apresentem algum nível de diminuição de pragas.

Para isso, a Bayer apresenta soluções para a cultura da soja: Oberon, indicado para manejo e controle do ataque de ácaros. O produto obteve recomendação inédita no relatório "Tecnologias de Produção de Soja", publicado pela Embrapa Soja. A aplicação desse inseticida/acaricida interfere na oviposicão e provoca deformação e infertilidade nos ovos, além de alta eficiência nas fases ninfais, colaborando na redução da população de adultos. Outros benefícios também posicionam Oberon como uma das melhores opções na prevenção e controle de pragas: adesão a camadas cerosas da planta e a rápida penetração do produto nas folhas, onde são formados pequenos depósitos de seu eficiente ingrediente ativo; baixo risco de lavagem por chuvas e boa seletividade aos inimigos naturais.

Redator: Evandro Alves Vieira - AgroBayer

Fotos: D. Kucharski K. Kucharska/ShutterStock e Agro Bayer

Mosca-branca: biótipos presentes no Brasil

O complexo Bemisia tabaci é composto por mais de 40 biótipos ou raças, que apesar de apresentarem características morfológicas idênticas, divergem em algumas particularidades biológicas, tais como taxa de desenvolvimento, diversidade de hospedeiros, adaptação a esses e capacidade de transmissão de viroses.

Mosca-branca presente em folhas de soja
Mosca-branca presente em folhas de soja

A identificação e caracterização genética dos diferentes biótipos de B. tabaci é realizada basicamente a partir de técnicas de biologia molecular, as quais permitem a separação dos indivíduos nos diferentes biótipos de maneira precisa.

Biótipos B, BR e Q

Os principais biótipos que ocorrem no Brasil são o B, BR e Q, recentemente introduzido. O biótipo B de B. tabaci (= B. argentifolii Bellows & Perring) foi introduzido no Brasil no início dos anos 90 e rapidamente atingiu as principais fronteiras agrícolas do país, sendo poucos os Estados onde essa praga ainda não ocorre.

O biótipo B é mais nocivo à agricultura, quando comparado aos outros biótipos de B. tabaci. Isso porque, além de atuar como vetor de vírus, também causa danos diretos às plantas devido à alimentação (sucção de seiva e injeção de substâncias tóxicas), reduzindo vigor da planta, induzindo anomalias fisiológicas e depositando grande quantidade de secreção açucarada, que prejudica os processos fisiológicos da planta e favorece a ocorrência de fumagina.

O biótipo Q embora apresente semelhança com o biótipo B, possui algumas características biológicas distintas, tais como período de desenvolvimento, hospedeiros e eficiência na transmissão de vírus, além da maior tolerância a um grande número de inseticidas.

Com relação ao biótipo BR, nativo do Brasil, poucos são os estudos sobre essa população, sendo citada apenas em alguns trabalhos de análise molecular. Acredita-se que esses biótipos coexistam em algumas áreas, porém, pouco é conhecido sobre a relação genética entre esses, assim como se há cruzamentos viáveis entre os diferentes biótipos.

Adultos e ninfas presente em folhas de soja
Adultos e ninfas presente em folhas de soja

Acesse mais conteúdo como esse em Phytus Club.

Você pode resgatar a assinatura do Phytus Club através do Programa de Pontos.

Autores: Juliano Farias e Sílvia Ortiz, Instituto Phytus

Fontes: Phytus Club e Instituto Phytus

Manejo de mosca-branca em soja

A ocorrência da mosca-branca Bemisia tabaci (Genn.) vem aumentando ano após ano nas áreas agrícolas de todo o país.

Essa espécie ataca desde grandes culturas como algodão, feijão, soja, e culturas hortícolas como tomate, melão, melancia e pimentão..

Em feijão, por exemplo, é conhecida por limitar a época de semeadura, devido a transmissão de viroses como o mosaico-dourado-do-feijoeiro, provocando perdas econômicas que podem variar de 30% a 100%..

Esta praga causa danos diretos e indiretos. Os danos diretos são decorrentes de sua alimentação, através da sucção de seiva e injeção de toxinas provocando desordens funcionais, acarretando em perdas de qualidade e de produtividade..

Os danos indiretos ocorrem por meio da excreção açucarada de honeydew ou “mela” que serve como substrato para o crescimento da fumagina, fungo que cobre a superfície foliar impedindo a absorção de luz pelas folhas reduzindo a taxa fotossintética das plantas. Porém, o principal dano indireto da mosca-branca é a transmissão de viroses, reportadas nas culturas de feijão, tomate, soja e pimentão..

Características do inseto

Mosca-branca - Inseto adulto
Inseto adulto (Fonte: Phytus Club)

O inseto adulto possui um corpo predominante branco com dorso amarelo-claro.

A deposição dos ovos ocorre na parte inferior das folhas e apresentam o formato de uma pera. As ninfas são translúcidas, de coloração amarelo a amarelo claro e logo no início de seu desenvolvimento, introduzem o estilete na planta e começam o processo de sucção de seiva. Após o primeiro estádio, as ninfas permanecem imóveis até a fase de pupa. A longevidade da fêmea é de aproximadamente 18 dias.

Ninfas de mosca-branca na parte inferior das folhas de soja
Ninfas de mosca-branca na parte inferior das folhas de soja (Fonte: Phytus Club)

Evolução da infestação e dano em soja

A infestação inicia-se com a vinda dos primeiros adultos que fazem postura na parte inferior das folhas. Dos ovos surgem as primeiras ninfas que fixam-se às folhas e sugam a seiva iniciando o processo de infecção.

Infestação de mosca-branca em soja
Infestação de mosca-branca em soja
Infestação de mosca-branca (Bemisia tabaci) em soja (Fonte: Phytus Club)

Após um elevado número de ninfas, a excreção açucarada do inseto favorece o desenvolvimento de fumagina, que recobre partes superiores das plantas, impedindo a fotossíntese, antecipando a queda de folha e afetando o enchimento de grãos e os componentes do rendimento.

Soja com fumagina
Soja com fumagina (Fonte Phytus Club/ Foto: Juliano Uebel)

O grau de infestação de mosca-branca varia em função da região. Quanto mais ao norte do país, os níveis populacionais são mais elevados, devido às condições propícias ao desenvolvimento. Mesmo em ambientes mais frios, em que as populações de mosca branca são mais baixas, já são registrados ataques severos em hortifrutigranjeiros e em semeaduras tardias de soja, podem ocorrer esse alvo mesmo no Sul do país.

O potencial de dano da mosca-branca em soja ainda não encontra-se estabelecido. Em ensaios experimentais observou-se um potencial de perda de 600 kg/ha, mas se mal manejado o dano pode ser maior dependendo das condições meteorológicas e região do país.

Os dados oriundos deste tipo de experimento podem ser verificados abaixo (Figura 1). Mesmo em manejo atrasado, o controle de mosca-branca propiciou um incremento de 4 sacas em relação a testemunha sem controle, e 10 sacas em relação ao manejo em momento correto.

Tabela - Aumento de produtividade decorrente do manejo de mosca-branca
Figura 1 – Aumento de produtividade decorrente do manejo de mosca-branca (Fonte: Instituto Phytus)

A imagem abaixo ilustra o potencial de dano de mosca-branca em soja, confrontando área com manejo tardio e aplicações em baixo volume de calda versus área com manejo adequado, em momento correto de início de controle (Figura 2).

Comparativo - Manejo tardio x manejo no momento correto
Figura 2 – Manejo tardio x manejo no momento correto (Foto: Nédio Tormen)

Manejo de mosca-branca em soja

O nível de controle ainda não foi estabelecido para a cultura da soja. No entanto, dados preliminares têm apontado que aplicações iniciadas na presença das primeiras ninfas tem possibilitado maiores intervalos de reaplicação e menor perda de produtividade.

Portanto, em regiões de alta ocorrência de mosca-branca em soja o manejo deve ser feito o mais precoce possível, já em regiões de baixa ocorrência (mais ao Sul) pode-se esperar um número maior de ninfas para iniciar o manejo em soja.

O intervalo de reaplicação vai depender da região e das condições meteorológicas, podendo variar de 7-14 dias. A mosca-branca evolui rapidamente para resistência aos inseticidas, portanto dentro de programas de manejo deve ser preconizado a rotação de grupos químicos de inseticidas. Além disso, os produtos precisam chegar no alvo, portanto cuidados com as condições meteorológicas e tecnologia de aplicação são importantes componentes do manejo desse inseto em soja.


Acesse mais conteúdos como esse em Phytus Club.

Você pode resgatar a assinatura do Phytus Club através do Programa de Pontos.

Autores: Juliano Farias e Sílvia Ortiz, Instituto Phytus

Fontes: Phytus Club e Instituto Phytus