Atenção: Você está no site Agro Bayer Brasil. O conteúdo deste site é destinado a agricultores e demais profissionais do setor agrícola.

 
Find a solution
Find a label

Onde Comprar

Não há resultados.

Sivanto Prime 200 SL® Inseticida

Detalhes do Produto

Classe

Inseticida

Embalagens Comercializadas

1L e 5L

Formulação

SL

Ingrediente Ativo e Concentração

Flupyradifurone, 200 g IA/ L

Modo de Ação

Ingestão e contato
Nenhum resultado encontrado.
Nenhum resultado encontrado.

A gourmetização a favor do produtor rural

Café Gourmet – Cafés Especiais

O Brasil produz cafés de altíssima qualidade e o valor desse produto precisa ser distribuído entre os envolvidos da cadeia produtiva.

Vivenciamos um novo tempo de consumo de café no Brasil. Assim como outros segmentos (vinhos e cervejas), é crescente o número de apreciadores e conhecedores dos chamados “cafés especiais”.

São cafés com bonitas histórias, origens, sabores próprios, e o melhor, produzidos aqui no Brasil. O aumento do consumo e procura por esses “cafés gourmet” tem revelado uma mudança do perfil dos consumidores, que têm encontrado no café uma forma de prestígio, de realização e, também, de status social, assim como um entendedor e apreciador de um bom vinho.

É por isso que os grandes centros urbanos estão cheios de modernas cafeterias, com baristas que não apenas servem um cafézinho, mas contam a história daquele café, preparam-o com técnicas apuradas e servem em xícaras ou taças especiais para coroar a apreciação.

Isso tem despertado o interesse de muitos consumidores, que se mostram cada vez mais exigentes e conhecedores do produto, a frequentar, de forma assídua, esses locais.

Existem oportunidades para o produtor rural lucrar com isso?

Acredita-se que sim. Um grande volume de café no Brasil é comercializado na forma de café verde cru, chamado de café commodity, o qual não possui em si valor agregado. Nesse sentido, é muito comum que acabemos importando de países estrangeiros, como Itália, o nosso próprio café, que foi levado e torrado, voltando com um valor agregado em cima.

É possível que tal processo não mude da noite para o dia, até porque isso é um problema de longa data, fruto da grande quantidade de café produzido e da necessidade do produtor de comercializar o seu produto.

Por outro lado, o aumento no consumo de “cafés especiais” brasileiros pode abrir as portas e mudar um pouco essa visão. A oportunidade está em tentar comercializar esses produtos de alta qualidade no mercado interno e não exportar na forma de commodity com baixo valor agregado. Essa seria uma tentativa de distribuir melhor o valor do produto aqui no Brasil, beneficiando o produtor, o comprador e o consumidor final.

Já existem algumas frentes nesse sentido, como a plataforma digital que conecta o produtor com o comprador, chamada Made In Farm. Nela, o produtor consegue cadastrar seus produtos, inserir o preço e comercializar de forma direta e segura com os compradores dos grandes centros urbanos.

As perspectivas futuras são positivas, a tendência é que o número de cafeterias modernas continue crescendo, junto ao apreço do público por cafés especiais e conhecimentos mais específicos relacionados aos produtos, o que pode contribuir para que haja uma reorganização dos segmentos desse mercado interno, beneficiando toda a cadeia produtiva.

Quer conhecer melhor a proposta da Made In Farm? Então acesse o site e descubra como participar de novo mercados, de forma simples, segura e sem custo.

Produtor e comprador conectados por uma plataforma online

Plataforma para Venda de Café – Made In Farm

Já imaginou ter acesso a novas formas de comercialização, colocando seus produtos diretamente em grandes centros urbanos, potencializando suas oportunidades de negócios, valorizando sua marca e ainda podendo ser avaliado? Tudo isso já é possível através da plataforma “Made In Farm”. Vamos entendê-la.

Se observarmos ao nosso redor percebemos que ferramentas digitais têm facilitado nossa vida de diversas formas, seja para chamar um táxi (Uber), para reservar uma estadia (Airbnb), comprar algo pela internet (Mercado Livre), comprar passagens aéreas ou reservar um pacote de viagem (Booking), entre outras tantas ferramentas.

Estamos vivendo em um mundo conectado, onde as coisas acontecem de forma muito rápida e os termos agilidade e facilidade têm recebido maior importância.

Foi nesse sentido que a Bayer percebeu que o Agro não poderia ficar para trás, e criou a plataforma digital “Made in Farm”, que tem o objetivo claro e inovador de conectar o cafeicultor com os compradores, de uma maneira direta, segura e com total transparência.


Como funciona a plataforma?

Os produtores podem se cadastrar gratuitamente na plataforma, realizar o cadastro de todos os seus produtos, contar a história por trás de cada grão de café produzido, inserir o preço e pronto, o produto estará disponível para venda.

Os compradores (cafeterias, bares, restaurantes, hotéis, pessoas físicas) também devem realizar um cadastro, podendo, dessa forma, acessar o perfil dos produtores já cadastrados, escolher os produtos que preferirem e efetuar a compra, recebendo o café no endereço indicado, em questão de poucos dias, de uma forma totalmente segura e transparente.


Quais diferenciais esse serviço agrega ao produtor rural?

Um dos pontos chaves é a oportunidade de novos negócios ao ampliar as formas de comercialização. Isto permite a valorização da marca de cada cafeicultor, tornando-as mais conhecidas e abrindo portas para outros mercados.

Cada produto terá a sua história contada, incluindo a trajetória da fazenda, a tradição familiar, os cuidados na produção, os prêmios já ganhos e os selos de certificação. Toda essa história poderá ser transmitida diretamente ao consumidor final, que poderá conhecer um pouco mais sobre produto que está consumindo.

É como se o produtor abrisse suas porteiras e permitisse que os consumidores entrassem em sua fazenda para degustar uma xícara de café. Esta abertura tem visado os apaixonados por café, que valorizam cada vez mais as histórias por trás dos produtos.

Venha descobrir essa nova forma de negociar a sua safra de café. Comercialize com a Made In Farm. Acesse o site e conheças mais!

Benefícios da Certificação vão além de ganhos econômicos

A certificação abre a cabeça do produtor e, uma vez implantada, é um processo sem volta, onde o objetivo será melhorar cada vez mais a produção.

Data de publicação:
17/07/2018


Muitos produtores comentam que entrar em um programa certificador não é barato, pois o investimento inicial é muito alto, além de as normas e requisitos serem muito exigentes.

Por outro lado, tem coisa melhor que provar ao consumidor que seu produto é confiável e que tem uma bonita história por trás da produção?

É justamente isso que os consumidores e mercados mais exigentes querem. É algo a mais do que apenas a qualidade do produto. Portanto, saiba o que você, produtor, pode ganhar ao incorporar certificações aos seus produtos.


Acesso a mercados mais exigentes

A certificação tem sido responsável por agregar qualidade aos cafés produzidos, além de gerar visibilidade aos produtores, agregando valor ao seu produto, possibilitando contratos com grandes distribuidoras e conseguindo acesso a mercados mais exigentes, como o mercado europeu, por exemplo.


Ganhos econômicos

Ter a casa arrumada pode parecer custoso, inicialmente, mas ao longo do tempo pode virar uma rotina e aquela visão equivocada de “gastos” passa a ser encarada como investimento.

O resultado da tese de doutorado de Dienice Bini, da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo), concluiu que as fazendas de café certificadas tiveram um aumento na renda de R$ 2.412 por hectare, após a certificação, em relação às fazendas não certificadas.

Essa diferença deve-se ao aumento na produtividade das fazendas certificadas – 9,4 sacas/ha contra 2,5 saca/ha das não certificadas, sendo que não houve mudança no custo de produção e nem no preço do café certificado.


Acompanhamento técnico

O acompanhamento técnico é responsável por levar mais informação ao sistema produtivo. Ele é primordial para alavancar a produtividade do sistema e para reduzir os riscos.

O acompanhamento técnico visa promover uma maior assertividade no uso dos insumos, utilizando o monitoramento e o manejo integrado, para reduzir a quantidade de aplicações de defensivos, por exemplo.

Isso significa redução de custos com insumos agrícolas, mais segurança alimentar e ambiental, além de mais saúde para o trabalhador e para o consumidor.


Ganhos na gestão da propriedade

Os ganhos da gestão estão ligados à organização da casa. O processo produtivo precisa estar organizado, com procedimentos administrativos, registros de atividades, rastreabilidade e treinamentos funcionando corretamente.

Também é importante possuir um olhar atento à legislação trabalhista e focar na conscientização da equipe a respeito de higiene, saúde, meio ambiente e uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Tudo isso contribui para melhores condições de trabalho, redução de riscos com acidentes, melhorias no rendimento e satisfação dos trabalhadores, e, acima de tudo, na qualidade de vida de todos os envolvidos.


Ganhos na saúde e segurança ambiental

Na área de saúde e segurança são verificados os cuidados com o uso adequado de agroquímicos, treinamentos, cursos e investimento em infraestrutura. Tudo isso ajuda a reduzir riscos e desperdícios na hora de aplicar os insumos agrícolas, usando-os de forma mais racional a fim de reduzir os custos e a contaminação.


Impacto social na comunidade

A certificação visa que o produtor e a fazenda deixem um legado social para a região que estão inseridos. Para as certificadoras, isso é um ganho incalculável.

O negócio deve fazer parte do desenvolvimento e da melhoria de vida da comunidade em que faz parte, ou seja, ser bom vizinho, promover a qualificação da mão de obra local, utilizar serviços e profissionais da vizinhança e apoiar a educação.

A certificação incentiva que as fazendas possuam projetos sociais que causem benefícios na sociedade.


Nota-se que são diversas as vantagens propostas pelos programas de certificação, com melhorias que vão além do retorno econômico e que mostram cada vez mais que sem boas práticas as empresas não se diferenciam, podendo, inclusive, perder acesso a linhas de crédito e inserções em determinados mercados.

Pensando nisso, a Rede AgroServices, em parceria com a Bayer, possui um programa de troca de pontos, no qual o produtor consegue trocar a sua pontuação por diversos prêmios.

Em relação ao assunto debatido, existem diversas certificações que podem ser adquiridas através da Rede AgroService, apoiando o produtor rural a incorporar boas práticas agrícolas e socioambientais, e garantindo a conexão entre produtividade, rentabilidade e responsabilidade socioambiental. Clique abaixo e confira no site.


Autor: Leandro Marques (Pesquisador), Instituto Phytus

Consumidores mais ativos buscam conhecer a origem dos alimentos

Certificar o processo produtivo da sua lavoura de café é uma forma de dar segurança ao consumidor e trazer ele para perto de você

Data de publicação:
17/07/2018


Em tempos modernos, os consumidores são mais ativos, questionadores e exigentes em relação ao que consomem. Esse é o novo dilema que todas as empresas ligadas ao setor alimentício têm passado.

Uma parcela de consumidores mais bem informado têm levado grandes companhias de alimentos a mudar seus processos e adotar novos valores.

Desenvolvimento sustentável, transparência, valor compartilhado, rastreabilidade, segurança no trabalho e boas práticas de manejo são conceitos que hoje fazem parte da estratégia dessas grandes empresas.

Nos dias de hoje o consumidor ocupa um lugar menos passivo, ou seja, ele está cada vez mais engajado em saber a procedência e a forma como foi produzido aquilo que ele come. É nesse sentido que as empresas terão que se preocupar cada vez mais em abrir a suas portas e trazer o consumidor para perto, fazê-lo um conhecedor de todo o seu processo de produção.

Apenas a qualidade do produto deixará de ser suficiente como argumento de venda, pois o consumidor está buscando, além da qualidade, produtos que tenham “uma boa história por trás”. E por que disso?

Uma boa história se refere a um processo produtivo com baixo impacto ambiental, com uso racional de químicos, com legislação trabalhista, com participação social, dentre outros fatores, o que traz segurança ao consumidor.

Aproximar-se do consumidor significa criar motivos para convencê-lo inicialmente a comprar, mas também motivos para fidelizá-lo, e mais importante ainda, motivos para que ele divulgue e indique o seu produto.

E se pararmos para pensar nisso, notamos que nos países da América Latina ainda não existe uma grande pressão e indagação quanto a origem dos produtos, talvez o Brasil seja o país com consumidores mais exigentes nesse contexto. Porém, quando analisamos nações da Europa, da América do Norte, e outros países desenvolvidos, a pressão tende a ser maior, com consumidores cada vez mais exigentes.

Esse ponto é de alta relevância quando falamos de produtos que são exportados para mercados externos, como o café, ou seja, para os produtores e empresas que queiram entrar ou permanecer nesses mercados, ter um selo de qualidade será peça fundamental.

Como as empresas estão conseguindo aproximar o consumidor e passar mais segurança da origem do seu produto?

No caso dos cafeicultores, para atender ao público mais exigente, tem se investido na certificação do produto. A certificação passa segurança ao consumidor, pois ele saberá que todo o processo produtivo ocorreu de acordo com as normas pré-estabelecidas pelas empresas certificadoras.

Obviamente que para o produtor receber a certificação, a fazenda deverá passar por uma série de vistorias, adequações e mudanças, ou seja, é necessário atender mais de 100 itens de avaliação. No entanto, embora pareça um processo complicado e custoso, os retornos podem ir além dos ganhos econômicos.

A certificação tem se mostrado um passo fundamental para produtores que desejam se destacar ou que buscam entrar em novos mercados. Assim, o produtor prova ao consumidor que ele pode confiar no seu café, além de diferenciar seu produto dos demais, aumentando a competitividade da sua produção.

Pensando nisso, a Rede AgroServices, em parceria com a Bayer, possui um programa de troca de pontos, no qual o produtor consegue trocar a sua pontuação por diversos prêmios.

Em relação ao assunto debatido, existem diversas certificações que podem ser adquiridas através da Rede AgroService, apoiando o produtor rural a incorporar boas práticas agrícolas e socioambientais, e garantindo a conexão entre produtividade, rentabilidade e responsabilidade socioambiental. Clique abaixo e confira no site.


Autor: Leandro Marques (Pesquisador), Instituto Phytus

Oportunidades de Barter no café

Mercado oferece ao cafeicultor opções de escolha para travar o custo de produção e ainda garantir bons preços durante a safra

Data de publicação:
29/03/2018

O Brasil, além de ser o maior produtor mundial de café - com colheita de 50 milhões de sacas ao ano, é também o maior exportador mundial e o segundo maior consumidor, sendo superado apenas pelos Estados Unidos. Além disso, o Brasil lidera a exportação mundial de café arábica (Coffea arabica) e é o segundo maior exportador de café robusta (Coffea robusta).

Mesmo tendo uma das cafeiculturas mais desenvolvidas tecnologicamente do mundo, os produtores brasileiros enfrentam inúmeros desafios que podem comprometer a renda: problemas climáticos e com pragas, baixos níveis de preço e volatilidade excessiva, custos de produção e até o câmbio. Diante dessas incertezas, os cafeicultores ainda devem se preocupar com os cenários econômico e político.

Barte - Melhorias no Custo de Produção do café

Muitas vezes também faltam informações aos produtores sobre os parâmetros que compõem a formação dos preços dos principais insumos utilizados na lavoura. Uma forma para proteger o cafeicultor dessas dificuldades do setor é utilizar a operação chamada Barter, que é a troca de insumos por grãos. Essa é uma ótima ferramenta que se torna um importante mecanismo de financiamento da produção agrícola. Em suma, as operações de Barter trazem várias vantagens para o cafeicultor.

Existem duas modalidades de Barter: financeira e física. A troca financeira tem a proteção com acesso direto à Bolsa de Valores, sendo uma opção transparente e precisa, que traz oportunidades e sem complicações de entrega. Já na troca física, o custo de produção está nas mãos do produtor, ou seja, o café é a moeda e não precisa acompanhar os preços - basta produzir.

Neste sentido a Bayer tem a melhor solução para o cafeicultor, safra após safra. É a Campanha de Troca Flexível com o Programa Muito Mais Café, onde o produtor tem liberdade de escolha e poder de decisão. “A Bayer é a única empresa que tem uma campanha flexível de Barter. Nela, o produtor rural garante bons preços, se protege por travar o custo de produção em sacas e ainda pode escolher se sua liquidação será física ou financeira”, revela Jessika Terra, coordenadora de Barter da Diretoria Centro da Bayer.

Conheça o sistema de troca flexível da Bayer e tenha infinitas possibilidades de negócio. Afinal, Barter é com a Bayer. Solicite mais informações por e-mail: barter@bayer.com.

Redator: Elfrides Júnior

Foto: Secretaria de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária de Rondônia

Pragas do café podem impactar na qualidade da bebida

Danos diretos e indiretos causados pela ação de pragas influenciam na qualidade final da bebida e afetam diretamente no valor comercial do café

Data de publicação:
01/02/2018


Pragas do café


Manejo integrado de pragas também colabora na qualidade do ‘cafezinho de cada dia’

Na cafeicultura, a obtenção de um produto final de qualidade está baseada na rentabilidade do cultivo, mas principalmente no investimento em tecnologias voltadas para o aumento da produtividade, que resultem em um sistema de produção focado na qualidade final do produto. Cafés de qualidade são caracterizados pelo sabor e aroma agradáveis ao paladar, atributos que são importantes na classificação da bebida.

A qualidade do café depende de vários fatores, que vão desde a escolha da cultivar até a forma de preparo da bebida. Entre esses fatores é possível destacar o genótipo, o ambiente, os processos pós-colheita, o manejo da lavoura e os tratos culturais, sendo fundamentais para a obtenção de um produto final diferenciado. Contudo, a oferta de cafés com alta qualidade enfrenta grandes desafios, como a carência de conhecimentos básicos que expliquem as respostas do cafeeiro a partir de suas interações com o ambiente. Essa insuficiência de informações é ainda maior quando são levadas em consideração as pragas e doenças do cafeeiro.

O termo “praga agrícola” é conhecido como uma população de organismos capaz de causar danos às plantas, afetando seus produtos e, consequentemente, os subprodutos. Esses danos podem diminuir o rendimento do produto ou a qualidade por meio do consumo direto dos tecidos ou órgãos da planta, como frutos ou sementes, consumo de seiva e transmissão de doenças.

A broca-do-café, por exemplo, provoca problemas nas plantas por meio de larvas e indivíduos adultos que se alimentam das sementes e provocam redução no peso dos grãos, com perda de 5 a 20%, depois de processado. Os danos mais comuns são a queda de frutos brocados, o aumento de grãos quebrados, a perda de peso e alteração do tipo na classificação. Já o dano indireto principal é causado pelo crescimento de microrganismos no grão - no orifício aberto pela praga, podendo continuar a infestação durante o armazenamento.

De forma semelhante, a infecção provocada pela ferrugem-do-café pode desencadear reações nas plantas, provocando alterações desfavoráveis na síntese de compostos químicos no grão, o que afeta a qualidade sensorial da bebida. Outra praga é a cercosporiose ou mancha “olho pardo”, que afeta o cafeeiro e acarreta danos, como desfolha, seca de ramos, lesões nos frutos em fase de maturação, sendo a porta de entrada de fungos e bactérias. Essa praga afeta principalmente a qualidade da bebida, provocando maturação precoce e queda dos frutos, além de aumento do número de grãos murchos, com perdas de até 30% na produção.

Sendo assim, os danos diretos e indiretos causados pela ação dessas pragas podem ter consequências na qualidade final da bebida, impactando diretamente no valor comercial do café. Além disso, possíveis alterações na quantidade de compostos químicos nos grãos podem alterar a quantidade das substâncias responsáveis pelo sabor e aroma presentes no grão torrado, o que altera bastante a qualidade da bebida.

Conhecendo a ação das pragas na lavoura, o cafeicultor deve utilizar tecnologia avançada para manutenção do cafezal, sendo o manejo integrado de pragas uma das melhores medidas para minimizar impactos na produção. As medidas de controle podem ser física, química, mecânica, biológica, genética ou cultural. Lembrando que o controle químico deve ser feito nos talhões mais infestados por pragas.

Entre produtos que auxiliam neste processo está Sivanto, a nova tecnologia de inseticida da Bayer para controle de bicho mineiro, que possui alta flexibilidade na aplicação contra pragas no café. As propriedades de Sivanto distribuem o ativo rapidamente por meio das folhas e atingem mesmo os alvos mais protegidos, como lagartas e ovos de insetos. O produto apresenta ainda excelente controle em diferentes fases de desenvolvimento dos insetos: imaturo e adulto. Entre os benefícios de Sivanto estão a facilidade de uso e a utilização como ferramenta para o manejo integrado de pragas.

Dessa forma, o produtor rural pode controlar a infestação de pragas na lavoura e manter a qualidade dos frutos e dos grãos, o que proporcionará um produto final com sabor e aroma agradáveis. Afinal, todo cafeicultor busca uma boa produção, que resulte em retorno financeiro e uma boa bebida.

Redator: Elfrides Júnior

Foto: Montagem - Embrapa (1) e Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (2/3)

Conheça o maior problema do cafeicultor: Bicho Mineiro

Inseto é considerado a principal praga do cafeeiro, pela ocorrência generalizada e prejuízos econômicos causados na produção de café

Data de publicação:
29/01/2018


Bicho Mineiro - Como evitar


Manejo integrado do bicho mineiro é essencial para o controle da praga

O bicho mineiro (Leucoptera Coffeella) é a praga mais disseminada pelos cafeeiros do mundo, afetando principalmente as lavouras das Américas e da África. No Brasil, o inseto surgiu por volta dos anos de 1860, no Rio de Janeiro, à época o maior centro produtor brasileiro de café, e depois se espalhou rapidamente para outras regiões do País.

Mas, afinal, o que é o bicho mineiro? É a lagarta de pequenas mariposas de coloração prateada e hábito noturno, que medem de 5 a 6 milímetros de ponta a ponta das asas, e não passam de 2 milímetros de comprimento corporal. A fêmea adulta deposita seus ovos na face superior das folhas do café, que é a única fonte de alimento das lagartas. Quando nascem, passam diretamente do ovo para o interior das folhas, de onde se alimentam do tecido existente entre as duas faces (epidermes) da folha.

O apetite voraz das lagartas vai deixando um espaço oco dentro da folha, formando pequenas câmaras, que são quebradiças. Por fora, o local por onde passa vai secando e adquirindo uma cor de ferrugem que se cedem ao apertar. É por isso que ganhou o nome de bicho mineiro, porque as lagartas ‘minam’ as folhas do cafeeiro. Além disso, é uma praga monófaga, ou seja, só ataca os pés de café.

Uma vez desenvolvida, a lagarta faz uma perfuração na parte inferior da folha, sai e tece seu casulo sustentado por uma pequena teia, onde vai permanecer até que atinja a fase adulta de mariposa, após 6 dias. O ciclo recomeça quando ela se liberta do casulo e, fecundada, deposita seus ovos em outra folha.

A principal consequência para a lavoura é que as plantas perdem áreas consideráveis de suas folhas, tornando-as mais fracas e comprometendo a safra. Segundo estudos realizados em Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, a capacidade produtiva do cafeeiro reduz de 50% a 80% devido à ação do bicho mineiro - dependendo da intensidade, duração do ataque e a época de ocorrência.

Como resultado do ataque do bicho mineiro, no período seco do ano, ocorre a queda das folhas minadas a partir do topo das plantas. Dependendo da intensidade de infestação da praga, ocorrem ainda o alto desfolhamento dos cafeeiros na época das floradas, com consequente redução na produção de café na safra seguinte. Mesmo nas infestações antecipadas do inseto, as folhas minadas também caem, resultado da presença de minas ou lesões.

O controle biológico natural, por exemplo, ocorre pela ação de vespas predadoras, encontradas naturalmente nas lavouras de café. Estes insetos procuram nas minas ou lesões das folhas, lagartas do bicho mineiro para parasitar ou predar. Alguns patógenos (bactérias e fungos) podem ocorrer, causando doenças e mortes nessas lagartas.

Os inimigos naturais podem auxiliar o cafeicultor no controle do bicho mineiro. Porém, não são suficientes para exterminar os insetos. Assim, o bicho mineiro também pode ser controlado por meio da aplicação de inseticidas, que destacam-se pela elevada eficiência no controle da praga e pela importância que eles exercem no moderno conceito de manejo eficiente de pragas.

O controle químico deve ser feito em toda a área cultivada, a partir do índice de controle indicado através do monitoramento. Existem produtos que possuem perfil favorável e seletivo para a maioria dos insetos benéficos, como Sivanto, a nova tecnologia inseticida da Bayer que possui alta flexibilidade na aplicação contra o bicho mineiro no café, indicado tanto em drench quanto em aplicação foliar. Sivanto tem sido testado em laboratório e em extensos estudos de campo e semi-campo, utilizando culturas altamente atrativas a polinizadores. Estes estudos mostram que, quando aplicado dentro das recomendações de rótulo, Sivanto confere baixo risco para polinizadores mesmo no período de florescimento.

As propriedades de Sivanto distribuem o ativo rapidamente através das folhas, através de suas propriedades sistêmicas e translaminares, atingindo mesmo os alvos mais protegidos. Sivanto apresenta excelente controle em diferentes fases de desenvolvimento dos insetos: adulto e larva. Entre os benefícios estão a eficiência no controle de pragas, a facilidade de uso e, principalmente, como aliado dos cafezais, sendo utilizado como ferramenta para o manejo integrado de pragas.

Redator: Elfrides Júnior
Foto: Agro Bayer Brasil

Manejo integrado de pragas reduz impactos na produção de café

Saiba como identificar e controlar de forma sustentável os insetos presentes na lavoura

Data de publicação:
29/01/2018


Manejo integrado na produção de café


Manejo integrado é uma ótima opção para combater as principais pragas do cafeeiro

O café tem grande importância na história do Brasil: foi a maior riqueza por vários anos, proporcionando um rápido desenvolvimento do País, atraindo um número elevado de imigrantes, propiciando o surgimento de várias cidades e a construção de redes ferroviárias para o transporte da produção, e, por fim, consolidando a expansão da classe média.

O Brasil, além de ser o maior produtor mundial de café - com colheita de 50 milhões de sacas ao ano, é também o maior exportador mundial e o segundo maior consumidor, sendo superado apenas pelos Estados Unidos. Além disso, o Brasil lidera a exportação mundial de café arábica (Coffea arabica) e é o segundo maior exportador de café robusta (Coffea robusta).

A cafeicultura brasileira pode ser dividida em dois períodos: antes e depois do aparecimento da ferrugem (Hemileia vastatrix). Até 1970 - época do registro desta doença, a única preocupação do cafeicultor era com o controle da broca-do-café. Depois a ferrugem alterou o sistema de condução da cultura, que resultou na modernização do setor. Para controlar a doença, diversas medidas foram tomadas, como o uso de máquinas, o que acarretou uma transformação nos cafezais.

A partir dessa mudança surgiram inúmeras pragas, que atacam o café no campo e prejudicam o desenvolvimento e a produção das plantas. Essas pragas devem ser constantemente monitoradas para que sejam adotadas medidas de controle para evitar mais prejuízo econômico ao produtor rural. Atualmente as principais pragas na cafeicultura são o bicho-mineiro, a broca-do-café e as cigarrinhas.

O bicho mineiro (Leucoptera coffeella) é a praga mais disseminada pelos cafeeiros do mundo; e no Brasil, o inseto surgiu por volta dos anos de 1860 em diversas regiões. A mariposa do bicho mineiro tem coloração prateada e hábito noturno, medindo de 5 a 6 milímetros de ponta a ponta das asas, e não passa de 2 milímetros de comprimento corporal. Sua postura ocorre durante a noite, com média de 7 ovos, e durante o dia permanece na parte inferior das folhas. Nas infestações, a lagarta penetra na folha e aloja-se entre as duas faces (epidermes) da folha, começando a alimentar-se e a construir minas, daí o nome ‘bicho mineiro’.

A principal consequência para a lavoura é que as plantas perdem áreas consideráveis de suas folhas, tornando-se mais fracas e comprometendo a safra posterior. A ocorrência do bicho mineiro está condicionada a diversos fatores, entre eles, a presença ou ausência de inimigos naturais como parasitoides, predadores e patógenos e diferenças de espaçamentos entre as plantas, o que favorece a infestação.

A broca-do-café (Hypothenemus hampei) é outra praga que causa prejuízo à lavoura cafeeira e afeta exclusivamente essa cultura. É ocasionada por um pequeno besouro de coloração escura, que ataca os frutos em qualquer estágio de maturação. A praga se espalha por meio da fêmea adulta fecundada, que para abrigar seus ovos, faz uma galeria na polpa e alcança o interior das sementes, onde os deposita em pequenas câmaras. Uma vez eclodidos os ovos, novas fêmeas nascem e, ao se alimentarem, destroem parcial ou totalmente os grãos de café. Uma fêmea pode produzir prole durante os 5 ou 6 meses de uma safra, sendo prejudicial a todas as fases do fruto.

O principal dano à produção é a perda sensível de peso de cada grão, além de comprometer o aspecto e sabor. Em casos de grande infestação, o peso perdido chega a ser mais de 20%, o que em uma saca de 60 quilos representa 12 quilos. Os grãos brocados também são considerados defeitos e por isso são inferiorizados durante a classificação do tipo de café.

Já as cigarrinhas são insetos sugadores que se alimentam da seiva de plantas e pertencem às famílias Cicadellidae, Cercopidae e Cicadidae. As cigarrinhas possuem tamanho e coloração variados, sendo que as fêmeas colocam ovos recobertos por uma camada de cera branca. São inúmeras as espécies que possuem condições de se alimentar nas plantas de café, mas a cigarrinha Bucephalogonia xanthophi é constantemente encontrada em cafezais. Os ovos dessa cigarrinha são translúcidos e depositados em pares. O adulto mede, no máximo, 0,5 cm de comprimento, é de coloração esverdeada e a terminação de suas asas é transparente. Essa espécie também pode transmitir a bactéria Xylella fastidiosa, que provoca uma doença na planta chamada de Atrofia dos Ramos do Cafeeiro (ARC).

Conhecendo a ação das pragas na lavoura, o cafeicultor deve utilizar tecnologia avançada para manutenção do cafezal, sendo o manejo integrado de pragas (MIP) uma das melhores medidas para minimizar impactos na produção. O MIP é essencialmente um sistema de apoio de tomada de decisões no controle de pragas, considerando os impactos ecológicos, econômicos e até sociais.

O MIP é a utilização de métodos sustentáveis de controle específico para cada inseto, a fim de manter e preservar os inimigos naturais, sem causar prejuízo econômico ao produtor rural. Além disso, a identificação das pragas e o monitoramento no campo devem ser levados em consideração na hora de decidir qual medida de controle será utilizada, seja física, química, mecânica, biológica, genética ou cultural. Lembrando que o controle químico deve ser feito nos talhões mais infestados por pragas.

Entretanto, existem produtos que não afetam os inimigos naturais e nem as abelhas, que são essenciais no cafezal. Sivanto é a nova tecnologia de inseticida da Bayer, que possui alta flexibilidade na aplicação contra pragas no café. O produto tem sido testado em laboratório e em extensos estudos de campo e semi-campo, utilizando culturas altamente atrativas a polinizadores. Estes estudos demonstram que, quando aplicado dentro das recomendações de rótulo, Sivanto confere baixo risco para polinizadores mesmo no período de florescimento.

As propriedades de Sivanto distribuem o ativo rapidamente por meio das folhas e atingem mesmo os alvos mais protegidos, como lagartas e ovos de insetos. Tanto que Sivanto apresenta excelente controle em diferentes fases de desenvolvimento dos insetos: larva e adulto. Entre os benefícios estão a eficiência no controle de pragas, a facilidade de uso e, principalmente, como aliado dos cafezais, sendo utilizado como ferramenta para o manejo integrado de pragas.

Redator: Elfrides Júnior
Foto: Embrapa Meio Ambiente

Downloads

pdf

Bula