Manejo de Alta Performance: Controle das Principais Daninhas do Milho
Espécies resistentes podem comprometer de 80 a 90% da produtividade no milho safrinha. Entenda como estruturar um manejo eficiente desde o plantioO cenário da agricultura brasileira evoluiu rapidamente nos últimos anos. Recordes de produtividade na soja e no milho passaram a ser realidade. Porém, junto com esse avanço, surgiu um desafio cada vez mais complexo: as plantas daninhas resistentes.
No sistema soja-milho, espécies mais agressivas e adaptadas ao plantio direto podem causar prejuízos que podem chegar a 90% de perda na produtividade quando o manejo não é bem estruturado.
Hoje, o controle convencional já não é suficiente. É preciso estratégia, antecipação e tecnologia para realizar o plantio no limpo.
Assista ao vídeo completo e entenda como proteger sua lavoura de milho safrinha
Onde o manejo mais falha no milho safrinha?
Um dos erros mais comuns é iniciar o controle apenas quando as plantas daninhas já estão visíveis e competindo com a cultura.
O problema é que o período crítico de competiçãoacontece logo nos primeiros dias após a emergência. As daninhas disputam água, luz e nutrientes desde o início do desenvolvimento do milho.
Se a cultura sofre matocompetição nas fases iniciais, o impacto no teto produtivo é praticamente irreversível.
Principais plantas daninhas do milho
Entre as espécies que mais desafiam o produtor estão:
- Pé-de-galinha (Eleusine indica) – alta capacidade de perfilhamento e resistência a herbicidas;
- Caruru (Amaranthus spp.) – crescimento rápido e elevada produção de sementes;
- Buva (Conyza spp.) – alta capacidade de disseminação pelo vento, emergência em fluxos sucessivos e casos recorrentes de resistência ao glifosato, tornando o manejo mais complexo no sistema soja-milho.
- Leiteiro (Euphorbia heterophylla) – difícil controle e ampla disseminação;
- Picão-preto (Bidens spp.) – histórico de resistência e forte presença no sistema soja-milho.
Essas espécies demonstram que o manejo precisa começar antes mesmo da germinação da cultura.
A estratégia definitiva: sistema pré e pós-emergente
O manejo moderno de plantas daninhas no milho baseia-se na combinação estratégica de dois pilares:
pré-emergente + pós-emergente.
Adengo®: a base do plantio no limpo
O Adengo® é o alicerce do manejo. Sua formulação combina duas moléculas em sinergia, proporcionando amplo espectro de controle.
- Amplo espectro – controle eficiente de folhas largas e estreitas;
- Residual prolongado – proteção contra as primeiras ondas de infestação;
- Seletividade – proteção para o milho desde o V1;
- Atuação direta no banco de sementes do solo.
Ao atuar antes da emergência das daninhas, o produto reduz a pressão inicial e preserva o potencial produtivo da lavoura.
Soberan®: performance na pós-emergência
Para complementar o manejo, o Soberan® entra como solução pós-emergente de alta performance.
Reconhecido no mercado, atua com máxima seletividade, eliminando invasoras remanescentes sem causar fitotoxicidade ou atrasar o desenvolvimento da cultura.
Essa combinação proporciona controle eficiente e maior previsibilidade no sistema produtivo.
Resultados de campo: lavoura no limpo e mais rentável
Em regiões produtoras como Pitanga (PR), a aplicação estratégica do sistema Bayer tem demonstrado que é possível manter o potencial produtivo protegido.
A recomendação técnica, ajustada conforme tipo de solo e pressão de infestação, permite que a planta expresse seu máximo vigor desde as primeiras fases.
O cultivo no limpo permite que todo o investimento em fertilizantes e genética vai para o grão, e não para sustentar as plantas daninhas.
Proteger desde o início é proteger a rentabilidade
O futuro da agricultura exige tecnologia, planejamento e parcerias estratégicas.
No milho safrinha, proteger a lavoura desde o início é o melhor caminho para alcançar novos patamares de produtividade e rentabilidade.