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Tudo sobre manejo pré-plantio de algodão

24 de janeiro de 2024

Alguns fatores são essenciais para o bom estabelecimento da lavoura de algodão. Na etapa de pré-plantio, um dos primeiros pontos que merecem a atenção do produtor é a dessecação antecipada.

Entre 20 e 30 dias antes do plantio do algodão, é importante realizar esse manejo para que a semeadura aconteça sem a presença de plantas daninhas.

Essa operação ainda contribui para:

  • Prevenir falhas de estande por matocompetição;
  • Evitar a presença de plantas hospedeiras que favoreçam a reprodução de doenças e pragas;
  • Promover uma maior eficiência no uso de inseticidas;
  • Facilitar o corte da palhada pela semeadora e preservar a umidade do solo.

Fique de olho na densidade das plantas!

Outra dica essencial para o sucesso no plantio do algodão é a densidade das plantas no campo. Para uma boa germinação e um estande uniforme, a distribuição deve ser equidistante entre as sementes, com profundidade de 3 a 4 centímetros.

Atenção também para as condições de umidade do solo no momento do plantio, pois níveis baixos podem causar emergência de plântulas de maneira desuniforme


Adubação de plantio

A adubação de plantio é outra técnica que faz toda a diferença durante a formação da planta do algodão. Os nutrientes mais importantes são o nitrogênio, o enxofre e o fósforo. Esse último merece um cuidado especial por ser fonte de energia para o desenvolvimento da cultura.

Utilizar maquinários que apresentam função de adubação simultânea com plantio também pode ser uma mão na roda nesse momento.


Escolha a variedade certa de algodão

A escolha da variedade é outra importante estratégia que os produtores precisam adotar antes de iniciar o plantio do algodão. Atualmente, as variedades são cada vez mais sofisticadas do ponto de vista genético, agregando proteção contra pragas e doenças. Além disso, podem representar ganhos significativos de produtividade e economia com o custo de produção.

Nesse sentido, a tecnologia Bollgard®️ 3 RRFlex eleva a proteção contra as lagartas do algodão, aumentando o potencial de produtividade da lavoura e ajudando a preservar a qualidade da fibra. Essa tecnologia ainda oferece tolerância ao glifosato, permitindo um controle mais eficiente de plantas daninhas e maior flexibilidade no manejo.

"Com a tecnologia , você tem acesso a três importantes benefícios: a proteção do potencial produtivo do algodão, a redução do custo do manejo de insetos e a flexibilidade do manejo de plantas daninhas com o glifosato", destaca João Tovajar, Líder Comercial de Algodão Brasil, na Bayer.

Neste ano, haverá o lançamento de mais uma tecnologia: o Bollgard®️ 3 XtendFlex®️, que além dos benefícios já mencionados, traz resistência das plantas aos herbicidas Dicamba e Glufosinato, tornando-se a biotecnologia mais completa do mercado.

A marca de sementes Deltapine possui variedades com essa biotecnologia e é a marca líder mundial em inovação e pesquisa, com um portfólio resultante do maior banco de germoplasma de sementes de algodão do mundo.

"O nosso portfólio de variedades Deltapine proporciona ao agricultor a oportunidade de escolher entre os vários ciclos da cultura - seja precoce, médio ou tardio - e em relação à sanidade, com resistência a nematóides e ramularia. Assim, o cotonicultor brasileiro pode optar pela variedade certa para o seu plantio", acrescenta o profissional da Bayer.

Mas, além de utilizar sementes de alta qualidade, é preciso fazer um tratamento adequado. Para isso, a nossa dica é Cropstar. Essa tecnologia exclusiva combate os riscos da fase inicial, protege seu investimento contra um amplo espectro de insetos e nematoides, promove mais vigor e qualidade de estande de plantas e ainda propicia melhor performance mesmo em situações de estresse abiótico, como o clima.